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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

Todas as atividades (50)
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Paulo Roberto da Silva Rufino respondeu o tópico "Comentário"

Publicação: URBANIZAÇÃO E SEGREGAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL NA CIDADE DE MANAUS (AM). O caso dos igarapés Manaus e Quarenta.

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Tabatha Souza respondeu o tópico "Belo trabalho!"

Publicação: A propriedade literária nas publicações de Machado de Assis e Bernardo Guimarães: pesquisa em fontes primárias

Olá, Tabatha! Tudo bom? Espero que esteja tudo bem.

Meu nome é Patrícia, sou doutoranda em Linguística Histórica pelo IEL e uma grande apaixonada por Machado de Assis. Gostaria de levantar alguns pontos, depois de ver o seu vídeo e ler o seu resumo: Acho que o Machado é um dos poucos escritores que conseguiu grande fama e notoriedade ainda vivo. Veja só, em 1867, ele foi agraciado pela Imperial Ordem da Rosa, como Cavaleiro, por D. Pedro II (https://www.machadodeassis.org.br/); com 20 anos, já frequentava os círculos literários e tinha contato com grandes escritores de sua época. Machado era atípico. Por isso, seu capital simbólico já era muito grande. Conheceu, com 15 anos, Francisco de Paula Brito que era dono de uma livraria e de um jornal. Acredito que já tivesse muito conhecimento de "mídia" da sua época, talvez por isso tenha conseguido negociar mais com a Garnier. Na ocasião da publicação da 3ª edição de "Memórias Póstumas", Machado já era sócio-fundador da "Arcádia Fluminense" (http://machado.mec.gov.br/115-cronologia) e articulava a criação da Academia Brasileira de Letras (https://www.machadodeassis.org.br/abl_minisites/cgi/cgilua.exe/sys/startbced.html?UserActiveTemplate=machadodeassis&sid=34&from_info_index=1&tpl=printerview_default). E, não menos importante, teve toda sua carreira literária na capital do Império, no centro da efervescência política do país. 

Bernardo, por sua vez, teve outra dinâmica em sua carreira e, ao que parece, pela sua biografia, fornecida pela Academia Brasileira de Letras, na época que assinou o contrato das duas obras, estava desempregado e tinha oito filhos para criar (https://www.academia.org.br/academicos/bernardo-guimaraes/biografia). Talvez isso fizesse com que "aceitasse" o valor que a Garnier propôs. Além do mais, seu maior "sucesso", "A Escrava Isaura", só foi publicado em 1875, o que faria o seu capital simbólico aumentar sensivelmente.

Posto isso, gostaria de perguntar: há elementos linguísticos nos textos dos contratos que evidenciem esse "desequilíbrio de poder" entre o contrato de Machado e o de Guimarães?

Mais uma vez, parabéns para você e para sua orientadora pela pesquisa tão incrível!

Patrícia.

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Tabatha Souza e 2 outras pessoas responderam o tópico "Dúvidas"

Publicação: A propriedade literária nas publicações de Machado de Assis e Bernardo Guimarães: pesquisa em fontes primárias

Olá, Tabatha

Parabéns pela sua pesquisa! Por meio do seu texto e da sua apresentação, é possível perceber o cuidado que você tem ao trabalhar com as fontes primárias, e a análise que você faz é clara e está muito bem estruturada!
Ao ler o seu trabalho, fiquei com algumas dúvidas sobre a sua pesquisa. Achei muito interessante o comportamento de Machado de Assis, que, por um período de tempo, manteve os direitos de autor de algumas de suas obras. Nos documentos com os quais você trabalha, há alguma informação sobre por que ele tomou essa decisão? Você sabe se isso também aconteceu com outros autores da época que negociaram com o Garnier? 

Se possível, gostaria de saber também se você planeja dar continuidade a essa pesquisa, comparando esses dois casos, por exemplo, com a negociação e venda de outras obras do período. 

Parabéns mais uma vez!

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GIOVANA LEME e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas"

Publicação: Effects of Oncotherad® Immunotherapy and Erythropoietin on the estrous cycle, Survival and Macroscopy of Reproductive Organs of Ovarian Cancer Induced Rats

Olá Giovana, 

Fantástico o trabalho que o prof. Wagner desenvolve com o Oncotherad! Parabéns a você pela apresentação, foi muito clara e objetiva e parabenizo  ao grupo por essa terapia tão promissora. 

Minha pergunta é referente a sobrevida dos animais. 

Vocês chegaram a fazer uma autópsia desses animais que morreram antes dos tratamentos? 

Outro ponto é o peso desses animais, foi semelhante no início da indução do tumor? Como ficou durante o experimento?

Vocês avaliaram o infiltrado inflamatório nesses ovários?  

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ALYSSON BRENNER NOGUEIRA PEREIRA respondeu o tópico "Análise dos elementos audiovisuais e perspectivas de continuidade"

Publicação: Os tirailleurs senegaleses na Segunda Guerra Mundial: Uma análise do filme "Camp de Thiaroye" (1988), de Ousmane Sembène e Thierno Faty Sow

Olá, Alysson! Tudo bem? Parabéns pelo trabalho!!

Sempre fico entusiasmada em acompanhar seus estudos sobre o cinema africano e as referências que você mobiliza; acho seu olhar profundamente sensível e perspicaz. Para mim, analisar cinemas já seria um desafio; imagino o quão desafiante é aprofundar esse olhar para as construções de masculinidades nessas produções. Enfim, minhas questões são muitas, mas me limito à duas. Em primeiro lugar, gostaria de saber quais são os elementos estéticos/audiovisuais que o Sembène mobiliza para expor sua visão do massacre. Gostaria também que comentasse sobre sua perspectiva de continuidade de pesquisa. Você prosseguirá estudando as performances de masculinidades nas obras? 

 

Forte abraço!

 

 

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Laís Bittencourt Visnadi e outra pessoa responderam o tópico "Próximos passos"

Publicação: Quando não se chora ao Choro: aprendizado de máquina falha em identificar emoções em músicas a partir do gênero musical

Olá, Leonardo! Parabéns pelo seu trabalho e pela sua apresentação!

 

Achei o trabalho muito interessante! Com o aumento do uso de aprendizado de máquinas, sempre surge a dúvida se elas poderão simular o comportamento humano. Ficou claro, na sua apresentação, que para esta base dados não houve identificação adequada das emoções geradas pelas músicas. Isto foi explicado pela subjetividade deste tipo de classificação. Mas eu gostaria de saber se vocês pretendem, por exemplo, aumentar a base de dados ou mudar os critérios de classificação para ver se o aprendizado da máquina melhora. Se sim, quais mudanças vocês pretendem fazer?

 

Obrigada e parabéns!

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Lucas de Almeida Pinheiro e 2 outras pessoas responderam o tópico "Sugestões / Dúvidas"

Publicação: O Teatro do Absurdo: um estudo sobre o Absurdo e seus ecos na contemporaneidade

Giovanna, olá.

Primeiramente, gostaria de parabeniza-la pela realização da pesquisa. Pesquisar em tempos tão complexos como o que estamos vivenciando englobam uma miríade de fatores desestabilizantes. Então, só o fato de você ter seguido pesquisando já é algo louvável.

Como sou um dos avaliadores deste trabalho, tecerei algumas considerações, sugestões e possíveis encaminhamentos futuros – caso seja do seu interesse dar continuidade a esta pesquisa.

Ao retomar aspectos do Teatro do Absurdo, os atualizando à contemporaneidade e buscando identificar como esta manifestação vem ocorrendo em território nacional, a pesquisadora demonstra maturidade para com a pesquisa e sua temática.

Sendo da área teatral, os nomes dos autores e os conceitos apresentados me são familiares, o que não impede ou dificulta a minha leitura. Todavia, caso esta pesquisa vá à publicação, sugiro que as relações entre Beckett, Ionesco, Adamov, Genet e Pinter sejam mais bem exploradas. No sentido de oferecer um anteparo estético-estilístico que corrobore às analises e comparações com as duas obras contemporâneas que compõem a pesquisa.

Este é, aliás, um ponto lacunar do seu trabalho escrito. Em nenhum momento, ao longo do texto (apenas nas referências), aparecem o nome dos artistas contemporâneos analisados, apenas o de suas obras. É importante que estes sejam não só mencionados nominalmente como localizados geograficamente. Quem são? Onde criam? Quais contextos de política pública e/ou privada os permitem criar suas obras? Estas são algumas das perguntas que me ocorrem, lendo e em contato com sua pesquisa. Ainda que citados na exposição oral, creio que seja importante que estas questões também aparecem no texto escrito, enriquecendo as discussões ali propostas e já balizando as pessoas que lhe ouvirão.

Para finalizar meus comentários, há um livro de um crítico de arte contemporânea que penso ser interessante para ti e para a pesquisa. Ele se chama “O que vem depois da Farsa? Arte e crítica em tempos de debacle”, de Hal Foster.

No mais, sigo à disposição para conversamos.

Grato.

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Daniel Ferreira Machado respondeu o tópico "Soluções Suaves"

Publicação: A equação do calor unidimensional e bidimensional e aplicações

Bom tarde, Francisco. Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo seu trabalho, trabalho de ótima qualidade que, acredito eu, demandou muita pesquisa. Bom, inicialmente, gostaria apenas de destacar que, pelo seu resumo, para o Problema 4 foi estudado o Princípio do Máximo Forte, entretanto, para os demais problemas, foram estudados simplesmente o Princípio do Máximo, sei que é apenas um resumo, mas poderia ter destacado a diferença entre esses dois princípios, já que são importantes no estudo da Equação do Calor. Além disso, na sua apresentação, você concluiu dizendo que que soluções C^2 são também soluções C^\infty, qual seria o argumento (resultado) utilizado para concluir essa afirmação?

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CAROLINA VIZA AMORIM respondeu o tópico "Trabalho"

Publicação: Estudo histomorfológico de comparação entre alopecia cicatricial e não cicatricial

Olá, Carolina! Tudo bem? Gostaria de parabenizar pelo tema do trabalho e pela apresentação! Gostaria de também de fazer umas perguntas: 1) Você chegou a medir da área de fibrose presente nas amostras? 2)Qual coloração para fibras elásticas você utilizou? 3) Os pacientes eram de qualquer idade e sexo? 3) Qual sua percepção sobre o resultado de forma geral deste estudo?

Gostei muito do seu trabalho, uma sugestão que dou é fazer a morfometria da área de fibrose e correlacionar com os pacientes (ex: x% de x micrômetros da área de fibrose em pacientes mulheres com mais de 40 anos), seria um dado a mais interessante para por no trabalho. Uma outra sugestão talvez, seria aumentar o número de observadoras, que daria uma dimensão ainda maior para discussão sobre a dificuldade do grau de distinção das alopecias. No mais, parabéns pelo trabalho !

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RAFAEL GONÇALVES respondeu o tópico "treinamento, rede e viés algoritmico"

Publicação: Aprendizado de máquina como mediação técnica: uma investigação sobre viés de gênero no modelo de linguagem BERT

Caro Rafael,
Como vai? Espero que bem!
Parabéns pela bela pesquisa! Li o seu resumo e fiquei com algumas pequenas dúvidas. Se puder respondê-las, agradeço:

1)Você pode expor mais em mais detalhes em que consiste o "processo de treinamento" para o BERT?

2) Porque usar especificamente a noção de “rede” (rede sócio-técnica) para falar do contexto em que os algoritmos atuam?

3) Não ficou evidente para mim, a partir do que foi apresentado no resumo, que há um "viés propriamente algoritmico" nesse caso. A probabilidade maior de que nomes próprios e pronomes masculinos apareçam no caso descrito na p.4 não pode estar atrelada simplesmente ao conteúdo dos corpora? Se a base são textos de literatura etc., não pode o exacerbamento da tendência média geral por escolher esses nomes e pronomes masculinos ter a ver com uma inflexão que acontece especificamente no processo de produção dos textos que compõem os corpora, antes de eles comporem os corpora propriamente e antes de qualquer relação com o algoritmo e com seu funcionamento?

Aguardo suas respostas,
Com um abraço,

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PAOLA OLIVATTO ORLANDINI respondeu o tópico "Dúvidas"

Publicação: Depressão pós-parto segundo a Escala de Edimburgo.

Oi Paola, tudo bem? Parabéns pelo trabalho e apresentação! Gostaria apenas de fazer uma colocação sobre o vídeo, de que os resultados apresentados no vídeo foram diferentes dos apresentados no resumo disponível (por exemplo no resumo você cita 110 puérperas), isso ocorreu pois ainda estavam colhendo os dados quando o resumo foi submetido? 

- Você acha que o fato do grupo de estudo ser acompanhado pelo GIAME influencia nos resultados? Pois desde o início da gestação elas estariam recebendo orientações e apoio... Se realizássemos esta pesquisa em grupos sem acompanhamento teríamos resultados diferentes?

- A que você atribuiria os níveis de depressão encontrados nas participantes?

 

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André Martinez respondeu o tópico "Perguntas sobre os resultados"

Publicação: Tendências no crescimento de árvores do Cerrado em diferentes fases ontogenéticas e condições de disponibilidade de nutrientes

Olá Cauê! Lendo seu resumo me surgiram duas dúvidas em relação ao trabalho:

1) Vocês atribuem a diferença no crescimento ao fato de haver um curso d'água próximo da parcela 2. Nas analises de solo que vocês fizeram não havia nenhum componente que pudesse indicar essa maior disponibilidade de água (direta ou indiretamente)?

2) A figura 6 mostra que há uma redução no incremento para os anos mais recentes. Entretanto, vocês mencionam que esse resultado vão de encontro aos estudos de Brienen e Locosselli que encontram redução do crescimento em anos mais recentes. Seus dados não estariam corroborando os resultados desses dois estudos?

 

 

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MATEUS LEANDRO BEZERRA respondeu o tópico "Dúvida"

Publicação: Desregulação de miR-199a-3p, miR-199a-5p, e miR148a-3p levando à transição epitelial-mesenquimal e falha na adesão celular em tumores metastáticos da tireoide: um estudo computacional

Olá Mateus, tudo bem?

Primeiramente gostaria de parabenizar você e o grupo pelo trabalho.

Tenho uma sugestão para diminuir um pouco o título e duas dúvidas:

1. Vocês pretendem validar esses genes?

2. Não sei se entendi direito, mas por que excluíram miRNAs também desregulado no tumor primário? Existia algum considerado na progressão do tumor? Isso não seria importante? Um fator preditivo...

3. Algum miRNA está associado aos marcadores de transição epitelial-mesenquimal como Vimentina, Snail etc? Chegou a verificar vias?

 

Mais uma vez parabéns pelo trabalho e obrigada.

 

Abraço

 

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Bárbara Resende Rosado respondeu o tópico "Dúvidas gerais"

Publicação: EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS DA UNICAMP: CECOM E GMU

Primeiramente, parabéns pelo trabalho. O processo de etiquetagem na Unicamp é extremamente importante para o aperfeiçoamento de medidas energéticas sustentáveis, no entanto, achei a apresentação do trabalho um pouco superficial para um leigo compreender, embora no resumo esteja bem contextualizado e referenciado. A comparação da etiquetagem de edifícios com a etiquetagem de eletrodomésticos foi muito interessante para situar o leitor, mas senti falta de mais informações no trabalho, por isso trago algumas dúvidas.

  1. Senti falta de figuras no resumo para ajudar o leitor a entender melhor o passo a passo dos estudos desenvolvidos, principalmente para quem é da área de energia, mas não trabalha com etiquetagem. Como a análise de dados e consumo é feita?
  2. Gostaria de entender um pouco melhor a respeito da simulação computacional. Quais são os dados de entrada do software? Por exemplo, ao informá-lo a respeito da planta de um dado edifício é necessário informações mais detalhadas do tipo “esta sala trabalha-se com computadores (logo a iluminação deve seguir alguns padrões)” ou “este local possui equipamentos que devem operar em uma faixa de temperatura”? Novamente, como crítica construtiva para trabalhos futuros, acredito que uma imagem ajudaria o leitor a se situar um pouco melhor.
  3. Nesse estudo de caso a proposta de etiquetagem seria para, ao final, propor medidas que melhorem tais indicadores, certo? Quais seriam as suas sugestões para os edifícios do CECOM e do GMU?
  4. Finalmente, de modo geral, as propostas para o campus da Unicamp seriam para os prédios já construídos, sem a realização de mudanças estruturais? Pela sua experiência e contato com o grupo de pesquisa neste período, você conclui que estes estudos serão previamente realizados para novos edifícios?
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Ana Nozaki e outra pessoa responderam o tópico "Geral"

Publicação: AVALIAÇÃO DA POLIMERIZAÇÃO O-ATRP COMO POSSÍVEL ROTA PARA A SÍNTESE DE HIDROGÉIS A BASE DE SACAROSE E ÁCIDO METACRÍLICO

Olá, Victor.

 

Parabéns pelo trabalho!

O seu texto está bem escrito e a apresentação dos resultados está ótima.

Tenho algumas perguntas:

1. A O-ATRP pode ser utilizada com qualquer monômero? Quais são os requisitos para utilizar esta técnica?

2. No texto, não ficou muito claro qual o objetivo de combinar o ácido metacrílico com a sacarose. Você poderia me falar um pouco mais sobre isso?

3. Por que foram escolhidos aqueles três iniciadores? O que se esperava de cada um deles?

4. Os valores de rendimento são considerados satisfatórios? Seria possível aumentar esses valores? O que seria preciso fazer para aumentar?

5. O processo de O-ATRP atuaria na reticulação? Poderia me explicar como seria esse mecanismo? 

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HELOISA MORAES TREIBER respondeu o tópico "DÚVIDAS"

Publicação: ELABORAÇÃO DE UM ROTEIRO DE MAPEAMENTO TOPOGRÁFICO UTILIZANDO A FERRAMENTA SIPOC

Boa tarde! Primeiramente PARABÉNS pelo trabalho! Que vocês possam continuar contribuindo com a ciência em nosso país!

1. De que forma o projeto foi desenvolvido? Durante as aulas de alguma disciplina? Em encontros semanais específicos para o projeto em questão? Qual a duração total em meses do início ao fim do projeto?

2. As experiências de 25 profissionais, coletadas através da ferramenta SIPOC, são suficientes para a determinação de um roteiro eficiente de mapeamento topográfico?

3. Como não foi inserido no trabalho a planilha de perguntas do google forms, poderiam transcrever uma ou duas perguntas aqui no chat? De preferência perguntas relacionadas às variáveis I e O do SIPOC.

4. A Figura 2 é o resultado final da pesquisa? Não fica claro se o diagrama e a informação contida é de autoria dos autores deste trabalho.

5. Cite algo que mais tenha chamado atenção após o término desta pesquisa (pode ser alguma curiosidade, alguma informação importante que não tinham conhecimento, etc).

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LUÍSA RICCETTO respondeu o tópico "Dúvidas e Sugestões"

Publicação: DIFERENÇAS CLÍNICAS E LABORATORIAIS ENTRE HOMENS COM AZOOSPERMIA NÃO OBSTRUTIVA E COM OU SEM ALTERAÇÃO CROMOSSÔMICA

Oii. 

Primeiramente, gostaria de parabenizá-los pelo importantíssimo ttrabalho. É extremamente interessante e você o apresentou de forma clara e objetiva. Parabéns.

Eu percebi que existem dados apresentados no vídeo que não estão no trabalho em pdf - como o período de coleta dos dados, por exemplo. E, além disso, na escrita do texto, deixa a entender que os testes laboratoriais foram feitos por você, mas na apresentação de vídeo me parece que esses resultados já estavam no prontuário... Os materiais e métodos são a chave do projeto, então eu acredito que dar uma esclarecida vai enriquecer mais ainda teu estudo.
 

Tomei a liberdade e fiz alguns comentários no arquivo e disponibilizei num link do drive, caso queiram dar uma olhada: https://drive.google.com/file/d/10Q0br2JLDuYuZmgAVEOMWHtESaD11fQt/view?usp=sharing Qualquer dúvida, estou à disposição. 

Mais uma vez, parabéns pelo trabalho. =]

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VANESSA DA SILVA BITTER e outra pessoa responderam o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: ANÁLISE DE EVENTOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO COM ÊNFASE EM DESASTRES NATURAIS EM ÁREAS URBANAS

Bom dia Vanessa. Me chama Pedro, sou um dos seus avaliadores - sou estudante de pós-graduação do IG-UNICAMP. Parabéns pela sua apresentação e pelo seu trabalho, estão muito interessantes. Achei, em especial, muito bacana a sua iniciativa de não só apresentar o total de desastres para o município como um todo, mas segmenta-los por diferentes áreas, e buscar verificar e discutir se havia diferenças entre eles.

Caso você siga trabalhando com o tema (espero que sim, pois é um trabalho muito bom o que você está fazendo), uma possibilidade para seguir aprofundando o estudo é discutir mais quais os fatores que levam a essa distribuição desigual. Além dos fatores que você discute no texto, acho que seria interessante você considerar também a questão do relevo e da geologia (quais região tem terrenos mais acidentados, e rochas ou solos tidos como mais frágeis e suscetíveis a desastres naturais? e quais tem menos? quais tem rochas e solos mais permeáveis, que assim inibem enchentes, e quais tem menos? Algo interessante é que Campinas é uma zona de transição geológica e geomorfológica - a cidade fica bem na divisa entre os dois principais domínios geológicos do estado, tendo trechos associados a cada um deles, que tem um padrão de rochas, relevo e solos bem diferente entre si) e a densidade de ocupação e impermeabilização (quais destas regiões tem uma maior quantidade de habitantes por km2? e quais tem uma maior quantidade de solos impermeabilizados por km2?). Outra sugestão que fazia era tentar verificar se existe alguma variação espacial importante nos padrões das chuvas de cada uma dessas regiões de Campinas. Além do IAC, O DAEE tem uma rede de pluviômetros espalhados em todo o estado, com vários deles presentes em cada município. No site deles você consegue baixar esses dados em planilhas, e com isso pode aprofundar sua análise das chuvas, pegando pluviómetros de cada uma das quatro regiões, e vendo se tem diferenças entre elas. Existe também alguns outros trabalhos sendo feitos sobre isso (análise das chuvas de Campinas - alguns nessa edição do PIBIC mesmo) que também tem informações que podem contribuir e ser incorporadas na sua análise.

Uma questão tive ao ver seu trabalho escrito foi que Fevereiro não é o mês com maiores chuvas totais, mas é o mês com mais desastres naturais. Haveria nesse mês uma concentração maior de chuvas em dias específicos comparado com outros meses do verão para contribuir para esse padrão?

O seu trabalho realmente é muito bom e interessante, espero que você continue trabalhando com pesquisa, com certeza tem muito para contribuir.

 

Obs - Vanessa, eu tomei a liberdade de baixar seu arquivo PDF, e converte-lo para DOC, e ir fazendo alguns comentários enquanto lia, com sugestões de possíveis caminhos para você seguir trabalhando seu tema. Não consegui mandar aqui pelo sistema. Seria possível você me disponibilizar um e-mai seu, onde poderia mandar o seu arquivo comentado, junto também com algumas sugestões de textos, que talvez você acharia interessante para dialogar e seguir trabalhando no assunto?