CANJICA: A PÉROLA BRANCA

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Pôster
  • Eixo temático: Alimentação e saúde (AS)
  • Palavras chaves: Canjica branca; QUALIDADE; Alimentação;
  • 1 UERJ - Instituto de Nutrição - Departamento de Nutrição Básica e Experimental
  • 2 Departamento de Nutrição Básica e Experimental / Instituto de Nutrição Josué de Castro / Universidade Federal de Juiz de Fora
  • 3 Nutrição / Nutrição / Centro Universitário Celso Lisboa (RJ)
  • 4 Universidade Federal do Rio de Janeiro

CANJICA: A PÉROLA BRANCA

Matilde Pumar

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Resumo

A canjica é o endosperma do cereal composta principalmente por carboidratos e utilizada em pratos típicos das festividades caipiras de junho a agosto. Avaliou-se a qualidade das canjicas brancas comercializadas. As amostras foram codificadas em A, B, C, D e E. Para analisar a rotulagem nas embalagens as canjicas foram classificadas em grupos, subgrupos, classes e tipos, segundo forma de apresentação e qualidade através das portarias do MA n0 109/89 e MAPA/SAEC n0 85/02b, bem como, caracterizada física, físico-química e quimicamente. Os dados foram submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey a 5%. De acordo com o regulamento técnico as amostras estavam em concordância com as especificações constadas nas embalagens sendo misturadas, despeliculadas, da classe branca, do tipo 1 (A) e do tipo 2 (B, C, D e E). O teor de umidade de 4 amostras estava em conformidade com a legislação brasileira, mas o teor da amostra C ultrapassou o limite de 13%. Os valores de pH variaram de 5,65 a 5,80 e acidez titulável de 2,54 a 3,46p/v%, todos satisfatórios, tratando-se de grãos. Detectaram-se similaridades (p>0,05) para a densidade aparente e peso do grão das 5 amostras. Enquanto a porosidade foi maior, significativamente, para a amostra E (0,089mL), as demais, obtiveram similaridade: A=0,046; B=0,040; C=0,035 e D=0,048mL. Fato interessante ocorreu com os parâmetros de qualidade pré e pós-cocção. Houve aumento (p≤0.05) nos grãos de canjica codificados como B<E<C<D<A, para o fator térmico e o rendimento. Observou-se também, que as amostras A e B apresentaram forte relação dos parâmetros pós-cocção com a acidez titulável. Conclui-se que os grãos de canjica, não apresentaram correlação dos indicadores de qualidade de aparência (densidade aparente, peso e porosidade) com os parâmetros pós-cocção, porém, indica a possibilidade da acidez do grão estar envolvida no rendimento dos mesmos.

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Autor

Maria Cristina Freitas

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