QUANTIFICAÇÃO DE ANTOCIANINAS E COMPOSTOS FENÓLICOS EM PIMENTA MURUPI VERMELHA EM PÓ

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  • Presentation type: Pôster
  • Track: Food and health (AS)
  • Keywords: Capsicum chinense Jacq; Compostos Bioativos; Bioproduto;
  • 1 Universidade Federal de Roraima/Escola Agrotécnica
  • 2 Universidade Federal de Roraima

QUANTIFICAÇÃO DE ANTOCIANINAS E COMPOSTOS FENÓLICOS EM PIMENTA MURUPI VERMELHA EM PÓ

Daniela Cavalcante dos Santos Campos

Federal University of Roraima

Abstract

As pimentas possuem substâncias com propriedades antioxidantes que podem prevenir doenças degenerativas. Para a C. chinense Jacq., os estudos para identificação e quantificação de substâncias bioativas ainda são incipientes e nesse sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar os conteúdos de antocianinas e compostos fenólicos em pimenta murupi vermelha in natura e em pó, a fim de verificar a viabilidade destes compostos após a secagem. Foram colhidos 125 ± 1g de pimentas em plantio particular no Projeto de Assentamento Nova Amazônia em estádio de maturação completo. Após a colheita as pimentas foram levadas para o Laboratório de Tecnologia de Produtos Agropecuários da Escola Agrotécnica da Universidade Federal de Roraima, sendo então, lavadas em água corrente, higienizadas em solução clorada a 100 ppm por 10 minutos e dispostas em bandejas para secagem natural. Após a secagem, as pimentas foram cortadas em rodelas de 2mm e cerca de 80 ± 2g foram submetidas a secagem em estufa a 60° C até atividade de água 0,6. Após a secagem, as amostras secas assim como as in natura, foram embaladas à vácuo e armazenadas ao abrigo da luz. Para a quantificação dos bioativos nas amostras in natura e em pó, foram avaliadas antocianinas e compostos fenólicos totais, sendo os resultados expressos em mg 100g-1 e mg AGE 100g-1 respectivamente. Os valores obtidos para as antocianinas nas pimentas em in natura e em pó foram 8,38 mg 100g-1 e 19,50 mg 100g-1 e para os compostos fenólicos 161,95 mg AGE 100g-1 e 334,37 mg AGE 100g-1, mostrando que a secagem a 60° C não reduziu os conteúdos destes compostos mantendo-os em concentrações elevadas quando comparadas com os produtos in natura. A partir dos resultados pode-se concluir que a pimenta murupi em pó mantém as propriedades bioativas, podendo ser um bioproduto promissor da Região Amazônica

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