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O consumo de bebidas energéticas vem aumentando cada vez mais e sua procura tanto por jovens como adultos são para variados fins, dentro e fora do ambiente esportivo. Assim o objetivo desta pesquisa é analisar a composição química de algumas bebidas energéticas nacionais e importadas e sua ação sobre a estrutura gástrica e erosão dentaria do consumo sem orientação adequada. Na Metodologia os procedimentos seguiram os padrões aceitos internacionalmente em análises de alimentos (AOCS). Foram analisados em laboratório seis amostram de bebidas mais vendidas no comercio local, sendo 3 nacionais e 3 importadas tendo como base a composição em índice de acidez, pH, açúcares redutores e BRIX°, Os Resultados obtidos mostraram uma elevada acidez e pH, os valores de acidez variaram entre 0,5% e 0,73% e os valores de pH entre 1,5 e 2,5 em todas as amostras avaliadas, classificadas como bebidas ácidas de difícil proliferação microbiana e com alto potencial erosivo para o esmalte dentário. Os teores percentuais de açúcares nas amostras das bebidas energéticas se equiparam com os valores encontrados nos refrigerantes comerciais, apontando uma grande quantidade de monossacarídeos, aspecto interessante para atletas e praticantes de atividade física que necessitam de aporte energético rápido. Entretanto, a partir dos dados é possível concluir que seu conteúdo é erosivo, o seu consumo indiscriminado pode levar a danos na mucosa gástrica fruto de sua elevada acidez e do esmalte dentário com intenso desgaste da estrutura dentária reduzindo a saúde orgânica e prejudicando a absorção posterior de nutrientes. Assim, há necessidade de se rever a forma de exposição e venda indiscriminada dessas bebidas.