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No Brasil, o sorvete é uma das sobremesas mais consumidas, sendo o sorvete de flocos responsável por 14% do total de vendas desta categoria de produto. Diante disso, o objetivo desse trabalho foi avaliar a aceitação sensorial de sorvetes sabor flocos comercializados na cidade de Imperatriz-MA. Para isso, foram avaliadas três marcas comerciais de sorvete. A análise sensorial foi conduzida por 96 consumidores de ambos os sexos com faixa etária entre 18 e 25 anos (88,33%). As amostras (aproximadamente 15 g), codificadas com três dígitos aleatórios, foram servidas de forma monádica e sequencial, em copos térmicos, seguindo-se delineamento de blocos completos balanceados com relação à ordem em que as amostras foram apresentadas. A aceitação para os atributos cor, aparência, sabor, textura e impressão global foi avaliada através da escala hedônica estruturada de 9 pontos, ancorada nos extremos pelos termos “desgostei muitíssimo” e “gostei muitíssimo”. Para avaliação desses dados, as notas foram agrupadas em regiões de aceitação (percentuais de frequência das categorias de 6 a 9), indiferença (percentuais de frequência da categoria 5) e rejeição (percentuais de frequência das categorias de 1 a 4). Para todas as marcas os maiores percentuais foram para a região de aceitação. A marca A apresentou maiores percentuais na região de aceitação para os atributos cor e aparência. Para os atributos textura e impressão global, os maiores percentuais na região de aceitação foram para a marca B com 84,38 e 87,50%, respectivamente. Para o atributo sabor, a marca C se destacou. A intenção de compra mostrou que a maioria dos provadores comprariam as marcas A e B, com 59,38 e 64,58%, respectivamente. Já a marca C, a maioria dos consumidores afirmaram não comprar (57,17%). Assim, as marcas A e B foram as mais bem aceitas.