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AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E DETERMINAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DA PUNICA GRANATUM L.

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A Punica Granatum L. popularmente conhecida como Romã, pertence à família Punicaceae cresce em regiões de clima árido e está entre uma das mais antigas frutas comestíveis conhecidas. Este trabalho teve como objetivo determinar a composição química e avaliar a atividade antioxidante da casca e da polpa utilizando diferentes solventes (água, acetona 70%, metanol 70%, etanol 70%) do fruto da Romã (Punica Granatum L.). Para as análises foi utilizada como matéria-prima a polpa e a casca do fruto da romã obtido na cidade de Caicó– RN. Os frutos apresentavam-se maduros e firmes. Foi realizada a separação entre a polpa e a semente e estas foram colocadas em estufa, numa temperatura de 45ºC até secagem, triturados e armazenados de forma adequada. A polpa e a casca foram analisadas quanto à composição química (umidade, cinzas, lipídeos, proteínas, fibras e carboidratos). A análise e quantificação dos compostos fenólicos da fração aquosa foi feita por UPLC e a atividade antioxidante foi feita pelo método do DPPH e método de complexação do fosfomolibdênio. Ao determinar a composição centesimal observou valores próximos de proteínas e umidade na casca e polpa. O extrato aquoso foi o que apresentou melhor extração dos compostos fenólicos. A polpa e a casca apresentaram o ácido gálico com a maior concentração (900 µg/g de amostra) e ácido vanilico (229 µg/g de amostra), respectivamente. A atividade antioxidante pelo método do DPPH mostrou que a casca apresenta maior poder antioxidante (136,4% de inibição do DPPH). Para o teste de complexação com o molibdênio a casca e a polpa apresentaram resultados semelhantes (13 mg de ácido ascórbico/g da amostra). De acordo com os resultados obtidos a romã a composição química mostrou uma fruta rica em fibras e com baixa caloria. A atividade antioxidante apresentou resultados satisfatórios podendo ser considerada uma fruta com alta capacidade antioxidante.