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AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DA PRÓPOLIS MICROENCAPSULADA COM DIFERENTES MATERIAIS DE PAREDE

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A própolis é aplicada na medicina popular como produto curativo e preventivo de enfermidades por apresentar diferentes propriedades, entretanto, a aplicação da própolis em alimentos ainda é limitada por ser extraída em meio alcoólico e apresentar sabor e aroma acentuados. A microencapsulação pode ser uma alternativa para reduzir estes problemas. Portanto, este trabalho teve por objetivo avaliar a capacidade antioxidante da própolis microencapsulada com dextrina comum, Capsul (dextrina octenil succinilada), maltodextrina comum, goma arábica e maltodextrina acetilada. Para avaliação do poder sequestrante da própolis microencapsulada, foi utilizada a concentração de 50 mg/L de compostos fenólicos e a metodologia de sequestro do radical livre DPPH. A atividade antioxidante da própolis microencapsulada foi maior quando utilizada a maltodextrina comum (60,46 ± 0,64%), seguida da goma arábica (58,68 ±1,00%), maltodextrina acetilada (54,77 ±1,45 %), Capsul® (51,43 ±1,57%) e dextrina comum (42,93±1,17 %). Foi observado que os valores de atividade antioxidante diferiram entre si (p<0,05), o que sugere que o material de parede influencia na proteção ou na liberação dos agentes que atuam como antioxidantes. Dos agentes encapsulantes avaliados, a dextrina comum foi a que menos se destacou quanto ao poder de proteção dos compostos antioxidantes, frente ao radical livre DPPH.