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Paulla Beatriz França de Sousa e outra pessoa responderam o tópico "Curiosidade"

Publicação: Sínteses Eco-friendly de Zeólita FAU a partir de Pó de Vidro Residual

Parabéns Paula pela bonita apresentação, já ouvi a Sibele em alguma apresentação citando rapidamente o uso de vidro residual. O que é o vidro residual para vocês? porque toda vez que escuto esse termo penso em vidros de garrafa de cerveja, vinho e alguns refrigerantes que não são retornáveis. Seria esse tipo de vidro? (caso não for daria para usar os tipo de vidro citado acima (vidros de garrafa de cerveja, vinho e alguns refrigerantes) para sintetizar zeólitas? 

Esse é um tema muito bonito que vejo aqui pelo congresso, novamente parabéns ao grupo pelo trabalho desenvolvido.

 

Atenciosamente,

Glaucio

 

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Mattheus Henrique Martins Pires respondeu o tópico "Análises de GC-MS"

Publicação: Avaliação de catalisadores Ru-Cu suportados em zeólitas HZSM-5 na hidrogenólise do glicerol

Mattheus, bom dia!

Primeiramente, parabéns pelo seu trabalho e sua apresentação! Eu li seu trabalho e vi que vocês fizeram análises de seus produtos reacionais por GC-MS (GCMS-QP2010) utilizando uma coluna de polietilenoglicol (SUPELCOWAX 10). Dito isso, eu gostaria de saber se vocês conseguiram separar bem os produtos da reação e obter os espectros de massa dos compostos, utilizando essa coluna, ou se teve que aplicar a técnica de headspace. 

Além disso, se você puder fornecer mais dados sobre essa coluna (diâmetro interno e comprimento) eu agradeço.
Desde já agradeço sua atenção!

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Glaucio José Gomes e outra pessoa responderam o tópico "curiosidade do experimento DFT"

Publicação: Propriedades Eletrônicas do Au/ZrO2 em direção aos Clusters Bidimensionais de alta atividade para Desidrogenação do Etanol

Muito interessante esse trabalho, muitas técnicas avançadas parabéns a grupo. Micha curiosidade é sobre como encontrou o estado de transição. Vocês usaram o pacote de cálculos computacionais quânticos Turbomole ou Gaussian (programa Gaussiano)? e se foi Gaussian  foi qual versão?

No estado de transição vocês otimizam os reagentes e produtos e por meio do programa Turbomole congelam os átomos que estão envolvidos nessa etapa, depois voltam a calcular usando uma versão do programa Gaussian liberando os átomos congelados. Então os estados de transição são comprovados pela presença de frequências imaginarias. Seria isso?

Qual a vantagem de usar o Turbomole não da para calcular tudo usando Gaussian?

esse trabalho já esta para publicação gostaria de ver essas etapas em detalhes ou sistema similar, muito legal os resultados apresentados.

Obrigado pela atenção,

Glaucio

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José Lucas Vieira respondeu o tópico "Método de quantificação dos sítios ácidos"

Publicação: Avaliação da atividade catalítica de carvões sulfonados na desidratação da frutose sob aquecimento convencional e por micro-ondas

Olá Renan e autores.

Primeiramente gostaria de parabenizá-los pelo trabalho realizado, realmente muito interessante! Chamo-me José Lucas, sou doutorando da UFSCar, e também trabalho na síntese de carbonos ácidos para a produção de moléculas plataforma. Assistindo a sua apresentação, veio-me algumas dúvidas: 1) qual o método de quantificação de sítios ácidos que vocês realizaram? 2) O método de síntese dos meus catalisadores é um pouco diferente do de vocês: primeiramente sintetizamos o suporte de carbono e posteriormente, dependendo da temperatura de pirólise, funcionalizamo-no ou com ácido sulfúrico fumegante, ou com sal de diazônio. Nesse sentido, sintetizamos suportes de carbono com precursores sem heteroátomos (como sucrose e álcool furfurílico) e, antes de funcionalizá-los, aplicamo-nos nas conversões de frutose e xilose para HMF e furfural, respectivamente. Os resultados apontaram que tais suportes tinham a mesma atividade da reação sem catalisador. Observando a sua apresentação, é comentado que os grupos ácidos carboxílicos nos carbonos também apresentam atividade na formação de HMF, no entanto, não observamos tal atividade para os nossos suportes (que provavelmente apresentam tal funcionalidade, segundo a literatura. Faltam caracterizações). Então pergunto, vocês fizeram algum teste catalítico em carbonos sem os grupos sulfônicos para avaliar a atividade dos grupos ácidos carboxílicos?

Desde já, muito obrigado pela atenção!

José Lucas.

 

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Renan da Silva Nunes e outra pessoa responderam o tópico "Fase aquosa"

Publicação: Síntese verde do 5-hidroximetilfurfural assistida por micro-ondas em sistema bifásico empregando o ácido p-sulfônico calix[4]areno como organocatalisador

Oi, Gabriel! Primeiramente, parabéns pelo seu trabalho! Fantástico! É muito bom ver que estamos somando esforços para desenvolver processos sustentáveis para obtenção do 5-HMF. Aqui no GCaSO, na UFABC, também estamos caminhando para investigar sistemas bifásicos. A minha dúvida é a seguinte: na sua apresentação, você disse que a fase aquosa geralmente é uma solução salina. Sendo assim, gostaria de sanar uma curiosidade: por quê? Seria possível utilizar água pura, por exemplo, ao invés de uma solução salina? Qual seria função da fase salina?

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Glaucio José Gomes respondeu o tópico "Acidez do material"

Publicação: Síntese de Nb2O5 sulfatado: efeito da concentração de H2SO4, temperatura e tempo de síntese

Olá Carla, muito interessante sua observação sobre como a acidez aumenta comparando todos os materiais sintetizados com o material de partida. Minha curiosidade é referente ao material que apresentou maior acidez. Com a experiência que o grupo tem nos trabalhos usando esses materiais ácidos, os sítios ativos mais fortes em meio condensado podem ser lixiviados em uma determinada reação como por exemplo na esterificação de ácidos graxos? algum teste foi realizado para informar a estabilidade desses sítios ativos em condição de operação?

 

Muito bonito trabalho, mando um abraço para a Cris e a Zuy,

 

Glaucio