Comportamento de pós acidificação refrigerada de leite fermentado com Kefir obtidos a partir de diferentes tipos de leite.

Vol.2, 2025 - 334364
Poster
Favorite this paper
How to cite this paper?
Abstract

O kefir é uma bebida láctea fermentada de baixo teor alcoólico, ácida e borbulhante, produzindo peptídeos bioativos e exopolissacarídeos. O objetivo desse estudo foi acompanhar a pós acidificação refrigerada de leites fermentados com kefir (LFK) obtidos a partir de diferentes tipos de leite adicionados ou não de açúcar.  Para elaboração dos LFK foram utilizados leites integral, desnatado, zero lactose, adicionados de 8% de açúcar e não adicionados de açúcar (controles), pasteurizados a 71°C por 15 minutos. Em seguida os leites foram resfriados a 28 °C, acondicionados em potes de vidro identificados da seguinte forma: LFK integral, LFK desnatado, LFK zero lactose adicionados de açúcar e os LFK controle e então adicionados de 10 % de grãos de Kefir (m/v) e submetidos a fermentação em B.O.D a 28 ± 1 °C por 24h. Posteriormente as amostras foram coadas e os LFK armazenados a 4°C. As análises de pós-acidificação realizadas no dia 1 e a cada 7 dias durante 29 dias de armazenamento foram: pH, acidez titulável em ácido lático em g 100 g-1, acidez volátil em ácido acético em g 100 g-1 e sinérese em g 100 g-1. Considerando o tipo de leite, o LFK zero lactose (1,42g de ácido lático 100g-1), foi mais ácido que os LFK integral 1,25 g ácido lático 100g-1 e LFK desnatado 1,31 g ácido lático 100g-1. No fator isolado dias de avaliação observou-se aumento da sinérese em 30,1% (dia 1 - 5,15g 100g-1 e dia 29 – 6,7g 100g-1), mostrando que a acidificação favoreceu a liberação da água ligadas às proteínas. Em relação a interação tipo de leite x adição de açúcar, verificou-se que o LFK zero lactose com açúcar (dia 1 a 6,79g 100g-1) e controle (dia 29 - 9,17g 100g-1), apresentaram os maiores valores de sinérese. Na interação tipo de leite x dias de avaliação a acidez acética nos LFK desnatado (dia 1 - 67,55g 100g-1 e dia 29 - 113,48g 100g-1) foi superior a observada nos LFK integral (dia 1 - 45,03g 100g-1 e dia 29 - 69,48g 100g-1) e zero lactose (dia 1 – 54,03g 100g-1 e dia 29 - 67,55g 100g-1) durante o período de avaliação. Conclui-se que o LFK integral apresentou as menores variações entre os tipos de leite estudados, sendo o mais recomendado para produção do LFK.

Share your ideas or questions with the authors!

Did you know that the greatest stimulus in scientific and cultural development is curiosity? Leave your questions or suggestions to the author!

Sign in to interact

Have a question or suggestion? Share your feedback with the authors!

Institutions
  • 1 Escola Agrotécnica da Universidade federal de Roraima
  • 2 Escola Agrotécnica da Universidade Federal de Roraima
  • 3 Universidade Federal de Roraima
  • 4 Universidade Federal de Roraima/Escola Agrotécnica – RR
Track
  • Chemical and Physico-chemical Food Characterization (FQ)
Keywords
: Lactobacillus kefiranofaciens
exopolissacarídeos
leite fermentado