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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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Carlos Alberto Rios e 2 outras pessoas responderam o tópico "Dúvidas sobre o estudo"

Publicação: Fabricação de sensores microfluídicos em substrato de papel para a detecção colorimétrica simultânea de espécies relevantes clinicamente

Olá bom dia. Vou estar ti dando um feedback sobre o texto e alguns pontos que eu achei que não ficaram claros. No entanto, queria ressaltar que gostei bastante do trabalho, ele tem muitos resultados interessantes. 

Primeiro, seria algumas partes do texto, onde você cita "descarte por incineração" e "ambientalmente correto". Acredito que você poderia substituir essa parte e colocar por exemplo, "fácil descarte e possibilidade de reuso/reaproveitamento/reciclagem do papel". E tirar essa parte de incineração e associar isso a ser uma prática ambientalmente correta, mesmo utilizando filtros no processo.

Outro ponto a ser destacado seria a utilização dos testes analíticos colorimétricos tornam-se atraentes devido a possibilidade do seu uso em testes de triagem, quando se quer informação sobre a amostra de maneira rápida, com custo baixo e com possibilidade de análise em situ. Mesmo o Laboratório possuindo muito equipamentos, essa prática poderia ser utilizada justamente para um teste inicial/triagem para descobrir alguma informação da amostra e não somente se o laboratório não tem o suporte adequado de equipamentos e profissionais.

Outro ponto que você citou no texto, seria a disponibilidade de profissionais experientes, já que se trata de uma metodologia simples. Nesta parte, acho que seria melhor você colocar que o profissional com experiência ou não deve no momento da coleta das fotos se atentar com alguns detalhes, exemplo, ângulo que está sendo tirada a foto, se a distância da câmera até a amostra foi constante de uma foto para a outra, controlar a iluminação além da qualidade da câmera que foi utilizada. Tudo isso são variáveis que vão afetar a foto obtida e que vai ter impacto direto quando você for construir seja as curvas de calibração ou obter um resultado qualitativo, provavelmente você irá chegar em conclusões erradas. Por isso, acho que o profissional que está tirando a foto deve possuir pelo menos uma certa experiência ou se não tiver nenhuma, deve ser alertado para esses detalhes que podem prejudicar a análise. 

Outro ponto que percebi no texto foi que você estava usando para glicose, nitrito e creatinina valores de concentrações diferentes. Seria interessante você padronizar as unidades da concentração colocadas no texto, sugiro passar tudo para mg/L, e no texto colocar os valores obtidos na unidade de mg/L ou se preferir colocar ppm (ppm=mg/L).

Outro ponto importante, e seria foi umas das coisas que me perguntei durante a leitura seria a presença de interferentes na amostra, pois todos os seus resultados estão baseados numa alteração física, ou seja, mudança de cor a medida que você aumenta ou diminui a concentração e isso é usado para construir a curva. No entanto, como as suas amostras são de fluidos biológicos, no futuro quando fizer com amostras reais, pode dar muitos casos de falsos positivos , pois uma espécie presente na amostra pode ter uma estrutura similar ao analito e reagir da mesmo forma gerando uma cor parecida e ti fornecer um valor de concentração errado. Gostei bastante que você já fez neste momento ensaios com interferentes, muito legal. 

Uma pergunta seria como você garante que o spot tem 1 cm de diametro ? Para mim não ficou claro como você delimitou isso. E também como foi feito o corte desses spots. 

Um ponto que você precisa colocar seria qual celular utilizou para a coleta das imagens e colocar as especificações dele, marca, modelo, MP da câmera traseira usada para tirar as fotos. Você manteve a distância do telefone para a amostra a mesma de uma imagem para a outra ? Se sim, qual foi essa distância ?

Vi que você colocou LEDs dentro da caixa para controlar a luminosidade. Essa variável é muito importante e pode sim atrapalhar os resultados obtidos. Me perguntei ao longo do texto se você chegou a comparar, tirar uma sequencia de 5 fotos a cada sei lá 5 segundos e comparar os valores obtidos de R< G e B, para ver se está variando pouco, ou seja se a luminosidade se manteve praticamente a mesma, essa seria mais uma sugestão.

No caso do nitrito, você cita no texto que ele deve ser a partir de 16, mas quando você fez a curva, está de 25 a 200. Para os outros dois, os valores que você coloca no texto estão dentro da faixa, mas para o nitrito não. Não seria mais interessante ter feito sei lá de 10 a 200. Tem algum motivo por ter feito nesta faixa de 25 a 200 ?

Outro ponto seria os tempos para você tirar as fotos. Você usou tempos diferentes para glicose, nitrito e creatinina. Porque isso foi feito ? Caso não tenha diferença sugiro utilizar tempo iguais. (exemplo nitrito 5,15 e 30 mim)

No caso do nitrito , você colocou o tempo até a retirada da primeira foto, mas esse tempo não tem nas outras duas espécies. Sugiro colocar se a foto foi tirada imediatamente ou se tem um tempo de colocar os reagente e depois começar a tirar as fotos.

Acho que o tópico 3.4 poderia ser colocado no inicio, já que na ordem lógica, você constrói o dispositivo e depois tira as fotos. Vi que tratou os dados usando o software GIPM e o Origin. No entanto, é possível usar também outros softwares como o Matlab. Caso tenha interesse deixa o meu email para uma possível colaboração usando o Matlab. ([email protected])

Parabéns pelo trabalho, gostei bastante do trabalho.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Eupídio Scopel e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas gerais"

Publicação: Uso de nanocristais de celulose com grupos fosfatos para obtenção estrutura de biovidro

Oi Carina, parabéns pelo seu trabalho! Achei bastante interessante a estratégia adotada por vocês e os resultados parecem bastante promissores. Sua apresentação também foi bastante esclarecedora Tenho algumas dúvidas e curiosidades: O uso de CNCs para regular a porosidade do biovidro parece algo bastante novo, qual é a forma mais conhecida de se fazer isso? Seria possível modular a porosidade do biovidro modulando as propriedades das CNCs utilizadas? No slide 6, você fala "solução de CNCs", mas na verdade seria uma dispersão de CNCs, porque elas são sistemas coloidais. Sobre as técnicas de caracterização, você acha que o DLS é a melhor técnica para estimar o tamanho dos CNCs sintetizados? E como você pretende caracterizar melhor a superfície dos nanocristais?

Muito obrigado!

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Daniel Ferreira Machado e outra pessoa responderam o tópico "Soluções Suaves"

Publicação: A equação do calor unidimensional e bidimensional e aplicações

Bom tarde, Francisco. Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo seu trabalho, trabalho de ótima qualidade que, acredito eu, demandou muita pesquisa. Bom, inicialmente, gostaria apenas de destacar que, pelo seu resumo, para o Problema 4 foi estudado o Princípio do Máximo Forte, entretanto, para os demais problemas, foram estudados simplesmente o Princípio do Máximo, sei que é apenas um resumo, mas poderia ter destacado a diferença entre esses dois princípios, já que são importantes no estudo da Equação do Calor. Além disso, na sua apresentação, você concluiu dizendo que que soluções C^2 são também soluções C^\infty, qual seria o argumento (resultado) utilizado para concluir essa afirmação?

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VANESSA DA SILVA BITTER respondeu o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: ANÁLISE DE EVENTOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO COM ÊNFASE EM DESASTRES NATURAIS EM ÁREAS URBANAS

Bom dia Vanessa. Me chama Pedro, sou um dos seus avaliadores - sou estudante de pós-graduação do IG-UNICAMP. Parabéns pela sua apresentação e pelo seu trabalho, estão muito interessantes. Achei, em especial, muito bacana a sua iniciativa de não só apresentar o total de desastres para o município como um todo, mas segmenta-los por diferentes áreas, e buscar verificar e discutir se havia diferenças entre eles.

Caso você siga trabalhando com o tema (espero que sim, pois é um trabalho muito bom o que você está fazendo), uma possibilidade para seguir aprofundando o estudo é discutir mais quais os fatores que levam a essa distribuição desigual. Além dos fatores que você discute no texto, acho que seria interessante você considerar também a questão do relevo e da geologia (quais região tem terrenos mais acidentados, e rochas ou solos tidos como mais frágeis e suscetíveis a desastres naturais? e quais tem menos? quais tem rochas e solos mais permeáveis, que assim inibem enchentes, e quais tem menos? Algo interessante é que Campinas é uma zona de transição geológica e geomorfológica - a cidade fica bem na divisa entre os dois principais domínios geológicos do estado, tendo trechos associados a cada um deles, que tem um padrão de rochas, relevo e solos bem diferente entre si) e a densidade de ocupação e impermeabilização (quais destas regiões tem uma maior quantidade de habitantes por km2? e quais tem uma maior quantidade de solos impermeabilizados por km2?). Outra sugestão que fazia era tentar verificar se existe alguma variação espacial importante nos padrões das chuvas de cada uma dessas regiões de Campinas. Além do IAC, O DAEE tem uma rede de pluviômetros espalhados em todo o estado, com vários deles presentes em cada município. No site deles você consegue baixar esses dados em planilhas, e com isso pode aprofundar sua análise das chuvas, pegando pluviómetros de cada uma das quatro regiões, e vendo se tem diferenças entre elas. Existe também alguns outros trabalhos sendo feitos sobre isso (análise das chuvas de Campinas - alguns nessa edição do PIBIC mesmo) que também tem informações que podem contribuir e ser incorporadas na sua análise.

Uma questão tive ao ver seu trabalho escrito foi que Fevereiro não é o mês com maiores chuvas totais, mas é o mês com mais desastres naturais. Haveria nesse mês uma concentração maior de chuvas em dias específicos comparado com outros meses do verão para contribuir para esse padrão?

O seu trabalho realmente é muito bom e interessante, espero que você continue trabalhando com pesquisa, com certeza tem muito para contribuir.

 

Obs - Vanessa, eu tomei a liberdade de baixar seu arquivo PDF, e converte-lo para DOC, e ir fazendo alguns comentários enquanto lia, com sugestões de possíveis caminhos para você seguir trabalhando seu tema. Não consegui mandar aqui pelo sistema. Seria possível você me disponibilizar um e-mai seu, onde poderia mandar o seu arquivo comentado, junto também com algumas sugestões de textos, que talvez você acharia interessante para dialogar e seguir trabalhando no assunto?

 

 

 

 

 

 

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Ana Nozaki e outra pessoa responderam o tópico "Algumas perguntas"

Publicação: MÉTODOS DE INCORPORAÇÃO DE ÓXIDO DE GRAFENO EM MEMBRANAS POLIMÉRICAS

Olá,

Primeiramente, parabéns aos autores pelo trabalho! Tenho algumas perguntas:

1. O que é redução? Como é este processo? E para qual finalidade foi utilizado?

2. A redução térmica, por empregar temperatura, não afeta as propriedades da PCL? Isto não seria prejudicial para a matriz polimérica?

3. Poderia explicar o que gostaria de dizer na frase: "Nesta etapa, o aumento da condutividade presente na membrana PCL incorporada ao óxido indica que houve a redução desta, com um decaimento considerável nas medidas de resistência feitas"?

4. Poderia me explicar simplificadamente o que são curvas IV, sua finalidade e como foram utilizadas no trabalho?

5. Qual foi a etapa mais desafiadora do trabalho? Por quê?

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JEAN C. SOUZA e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas sobre o poster"

Publicação: Uso da matriz de coocorrência para a diferenciação longitudinal de imagens de ressonância magnética de pacientes de Alzheimer, pacientes de comprometimento cognitivo leve e indivíduos sadios

Oi Amanda e Daniella,

Primeiramente parabéns pelo trabalho e pelo projeto. Eu fiquei com algumas dúvidas, vocês poderiam me responder?

I) Como funciona a técnica de ressonância magnética? O que é detectado e como isso acontece? Como é reconstruída a imagem 3D a partir do que foi detectado? Foi preciso utilizar algum contraste nos pacientes?

II) Qual a vantagem de escolher o método de matriz de coocorrência? Há outros métodos? Existe alguma situação que vale a pena escolher outros métodos?

III) Vocês poderiam explicar um pouco mais como é extraída a matriz de coocorrência do programa do Rafael da SIlveira? Me parece um ponto importante do projeto, mas eu não entendi como é feita essa extração.

IV) Por que foi escolhido usar o teste t?

V) Vocês esperavam inicialmente alteração em quais ROIs para pacientes com DA?

Muito obrigado!

 

 

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Luiz Paulo Melchior e outra pessoa responderam o tópico "Desproteção via hidrólise básica"

Publicação: Utilizando a Lógica da Funcionalização de Ligações C―H: Síntese da Wedelienona

Parabéns pelo trabalho Isadora. Gostei da redação de seu texto e também da pesquisa em si. Farei uma pergunta e alguns apontamentos abaixo.

(P1) Na segunda hidrólise básica, lê-se etapa de desproteção, apenas houve a desproteção do álcool e não do ácido carboxílico? Se sim, como explicaria isso?

(A1) Na primeira estrutura da Wedelienona (Figura 1) existe um carbono com 5 ligações, acredito que o hidrogênio tenha sido colocado por engano.

(A2) O mesmo acontece no isoesteviol na Figura 4.

No geral eu gostei muito do trabalho e achei muito interessante, apesar de inconveniente, a isomerização acontecer na etapa de acidificação. Realmente é muito sensível e permite um toque de elegância ao conseguir superar essa etapa, como fizeram.

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NAILE VACILOTTO NEUMSTEIR e 2 outras pessoas responderam o tópico "Perguntas e curiosidades "

Publicação: Comparação entre os métodos de ativação e estudo de propriedades eletroquímicas de eletrodos impressos em 3D a partir de diferentes filamentos

Primeiro gostaria de parabeniza-la pelo excelente trabalho. O resumo que foi enviado está bem escrito e de fácil entendimento, só senti falta dos gráficos eletroquímicos.

Tenho algumas perguntas sobre o trabalho desenvolvido:

1) Por que os eletrodos, depois que passam pelo processo de ativação, possuem propriedades eletroquímicas melhores?

2) Qual a importância da morfologia para a superfície do sensor? Quais propriedades são melhoradas quando se faz processos eletroquímico e/ou químicos para modifica-las?

3) Pretendem utilizar outros filamentos condutores para produzir seus sensores e/ou já pensam em outras modificações?

Seu trabalho é interessante e está muito bem produzido!

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Edson Filho respondeu o tópico "Dúvidas Filosóficas"

Publicação: Fluxos Geométricos de Curvas Planas

Muito interessante o tema, parabéns!

 

Eu tenho algumas curiosidades. Vou lista-las abaixo.

 

  1.  Você sabe o que acontece no caso das curvas que não são fechadas? Sei lá, para uma curva que são regulares, não tem auto interseção e nem é fechada, tem como estudar esse fluxo? Minha intuição diz que esse fluxo tenderia pra retas nesse caso. 
  2.  Será que existe alguma condição para a curva inicial, para que exista algum t_0 \in (0,\Gamma) tal que X(.,t_0) seja de fato um círculo? Talvez essa pergunta seja melhor formulada em termos da curvatura: Existem condições na curva inicial para que em algum t_0, a curvatura de X(.,t) seja uma constante positiva?
  3. Você conhece aplicações desses teoremas de Gage e Grayson? 
  4. Esse aqui é fruto de um devaneio meu: será que, com uma ideia parecida com esse seu trabalho, criar um fluxo geometrico de curvas fechadas, que mantém o comprimento da curva constante, mas que maximiza a área? A desigualdade isoperimétrica diz que o círculo é a curva fechada que maximiza a área dado um comprimento fixo, então de certa maneira, me parece que esse tipo de fluxo seria uma maneira de deformar curvas de Jordan em círculos.