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Abstract

A exploração dos recursos forrageiros cultivados na região Semiárida tem sido uma alternativa utilizada pelos criadores para manutenção dos seus rebanhos em tempos de carência de alimentos. Assim, a maniçoba aparece como alternativa para suprir as necessidades dos animais durante o período de estiagem, por apresentar potencial nutricional. Desta forma, o processo de secagem desempenha um papel importante, uma vez que os criadores poderão armazenar essas forragens sem risco de deterioração a longo prazo. Diante disso, objetivou-se avaliar a cinética de secagem da maniçoba nas temperaturas de 50, 60 e 70 °C, assim como, ajustar modelos matemáticos da literatura aos dados experimentais. As cinéticas de secagem foram realizadas em estufa com circulação de ar pesando-se as amostras em intervalos regulares até que atingissem o equilíbrio higroscópico. O modelo Midilli foi o que melhor se ajustou aos dados experimentais em todas as temperaturas avaliadas, apresentando os maiores coeficientes de determinação e os menores desvios quadráticos médios e qui-quadrados. Os resultados indicaram que a temperatura influenciou no processo de secagem, onde o tempo de secagem diminuiu à medida que aumentou a temperatura. Os tempos de secagem foram de 340, 300, 240 min para as temperaturas de 50, 60 e 70 °C, respectivamente. Portanto, a utilização da maniçoba submetida à secagem pode favorecer aos criadores no seu aproveitamento como forragem durante o período de escassez de alimentos para seus rebanhos.

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Institutions
  • 1 Universidade Federal de Campina Grande
Track
  • Process Engineering and Emerging Technologies (ET)
Keywords
Manihot pseudoglaziovii; Modelos matemáticos; forragem