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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO FEIJÃO IAC FORMOSO

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O feijão é uma planta que possui enorme diversidade genética, e é cultivado em diversos países, por ser importante fonte de proteína e de minerais como o ferro, zinco, magnésio e cobre. O espaçamento e a densidade de plantio definem a população e vêm sendo estudados em relação à adaptação e qualidade das culturas. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade de grãos inteiros de seis diferentes tratamentos de feijão IAC Formoso e identificar aquele em que o tegumento não se parte durante o cozimento. Os tratamentos foram T1 (população 133.333,33 ha-¹), T2 (população 177.777,78 ha-¹), T3 (população 200.000,00 ha-¹), T4 (população 222.222,22 ha-¹), T5 (população 266.666,67 ha-¹), T6 (população 311.111,11 ha-¹). Trinta gramas de grãos de feijão foram colocados em béqueres com 100 mL de água destilada permanecendo em embebição por um período de 16 horas. Os grãos foram aquecidos por uma hora, utilizando-se chapa aquecedora elétrica e iniciando a contagem do tempo após dois minutos de aquecimento ou após o início da fervura, repondo quando necessário, a água evaporada. Depois de drenados, os grãos foram separados em inteiros e partidos e pesados em balança analítica. O estudo foi realizado em delineamento experimental inteiramente casualizado, considerando os seis tratamento e três repetições. Os resultados foram submetidos à análise de variância. Os seis tratamentos apresentaram média de grãos inteiros após o cozimento, em g 100g-¹, em ordem crescente de 55,42 (T5), 59,70 (T2), 61,35 (T4), 65,50 (T1), 66,26 (T3)e 73,80 (T6), não havendo diferença estatística significativa entre os tratamentos, a 5% de probabilidade. Os maiores valores de porcentagem de grãos inteiros são desejáveis pelo consumidor e também para o produtor, uma vez que proporcionará um aumento de rendimento e um feijão de qualidade em que o tegumento não se parte após cozimento.