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Resumo

O presente trabalho surge a partir das ações desenvolvidas na EMEF Maria Nadir Filgueira Valente, com alunos ouvintes do 5º ano do ensino fundamental, no qual buscou-se a efetivação da legislação da lei de libras nº 10.436, pela oficialização do idioma para os alunos em questão na tentativa de realizar a introdução da língua de sinais como segunda língua. Fazer-se compreender a importância e explorar o conhecimento da Língua Brasileira de Sinais para alunos ouvintes, tendo em vista que a LIBRAS ainda é desconhecida por muitos e possibilizar esse ensino para alunos ainda no ensino fundamental é de suma importância, visando que o início de uma interação social se dá na escola. Diante disso, este trabalho visa expor metodologias para trabalhar o ensino de LIBRAS como L2 e debater sobre a inclusão entre surdos e ouvintes. A metodologia de pesquisa utilizada foi o método qualitativo, se caracterizando pela qualificação de dados coletados durante a análise do projeto. Tem-se como objetivo a efetivação da LIBRAS como L2 na escola, tendo em vista a exiguidade de conhecimento sobre LIBRAS, podendo assim oportunizar-los a obter o domínio da língua de sinais e compreender a cultura dos surdos. Obteve-se como resultado, um engajamento e conectividades entre todos os envolvidos, sobre o aprendizado de Libras, oportunizando-os a perceber um ambiente mais inclusivo a partir das práticas pedagógicas realizadas na escola.

Instituições
  • 1 Universidade Federal do Pará/Campus Cametá
  • 2 Universidade Federal do Pará Campus Cametá
  • 3 Universidade Federal do Pará
  • 4 Linguagem / Universidade Federal do Pará / UFPA
Eixo Temático
  • 9. Políticas de Educação Inclusiva: desafios atuais
Palavras-chave
Práticas Pedagógicas
Educação de Surdos
Escrita da LIBRAS
L2