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A água de coco é uma bebida bastante consumida, e tem como característica seu rico teor nutricional em antioxidantes, vitaminas, minerais, além de apresentar uma doçura que realça seu sabor agradável, características desejadas no desenvolvimento de novos produtos no atendimento das necessidades dos consumidores. O objetivo do estudo foi processar água de coco gaseificada e com milicápsulas de polpa de coco (polpa adquirida após a retirada da água do coco a ser comercializada-resíduo) e analisar a estabilidade do CO2 durante armazenamento refrigerado. Foram processados dois tipos de água de coco (ACG- Água de coco gaseificada e ACGM-Água de coco gaseificada e com milicápsulas de polpa de coco), armazenadas em embalagens PET (polietileno tereftalato) e vidro, por 6 dias a 5°C. As duas águas de coco gaseificadas, inicialmente continham 4,08 g.L-1 de CO2, durante o armazenamento estes valores tiveram um leve aumento e logo após se estabilizaram em 4,00 g.L-1 para as acondicionadas em embalagens de vidro e 3,82 g.L-1 nas embalagens PET durante o armazenamento, mantendo valores similares a carbonatação de refrigerantes. Conclui-se que as amostras em embalagens de vidro apresentaram uma maior estabilidade de CO2 com relação às embalagens PET e que a inserção das milicápsulas de polpa de coco minimiza o desperdício desta matéria-prima rica em nutrientes e reduz o impacto ambiental gerado por esse resíduo. Dessa forma, a industrialização das ACG e ACGM são promissoras, pois contribuem para a oferta de bebidas saudáveis e refrescantes. A carbonatação inova, agrega valor e contribui para conservação do produto.
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