Feed de Atividades

Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

Todas as atividades (50)
Outros

MARIZA DE CAMPOS SAMPAIO CARDOSO respondeu o tópico "Detalhamento da Radiografia"

Publicação: Exército, indígenas e fronteiras aos olhos de um intelectual: uma análise da obra Radiografía de la pampa de Ezequiel Martínez Estrada

Cara Mariza, em primeiro lugar, parabéns pela Pesquisa.

Sua fala articulada e o eixo bem definido fazem com que o espectador, ainda que desconhecendo o tema em si, se encante e entenda seus objetivos e resultados.

Desta forma, gostaria de saber um pouco mais sobre essa radiografia. Quando se pensa em Radiografia de la pampa, se pensa também em um contexto - não só social -  como também geográfico e de território. Como você vê a relação do povo tão bem descrito e investigado, com essa questão do lugar? Há um "nacionalismo", há algum sentimento de pertencimento à terra? 

Além disso, gostaria que você dissesse também um pouco mais sobre porquê esta obra em específico. Qual a contribuição dela em detrimento do corpo textual do mesmo autor? Seria a mesma coisa pensar em Martínez Estrada como um todo? Ou tal obra, assim como Facundo, pertence a um estilo e a um manifesto literário em específico? Qual a relação desse estilo ficcional para a realidade?

Obrigada, e novamente Parabéns!

 

Outros

GIOVANNA DE CAMPOS MAURO e outra pessoa responderam o tópico "Sobre a concretude social da representação de aspectos femininos nas divindades."

Publicação: ESCRAVAS/DEUSAS, SUBMISSAS/PODEROSAS: UM OLHAR SOBRE A REPRESENTAÇÃO DO FEMININO NA MITOLOGIA E NA SOCIEDADE GREGA

Giovanna parabéns pela pesquisa, muito interessante e bem fundamentada. Queria só lançar uma provocação para que eu possa entender um pouco mais tuas conclusões. Você consegue observar uma relação, na concretização do imaginário social, entre os valores dos mitos relacionados a divindades femininas e os modos de vida das mulheres mortais?

Pergunto isso porque você discute o papel ritual e passa pela negação da relação entre deusas e mortais, e de certa forma soa como “as divindades eram o que as mulheres não podiam ser”. O texto é curto, mas fiquei com a impressão que você se encaminha para afirmar que as deusas eram mulheres em referência a algumas projeções do imaginário social patriarcal (maternidade, volúpia, virgindade, etc), mas no bojo de suas ações, a condição divina lhes dava acesso a comportamentos masculinos, e que, portanto, não poderiam ser emulados pelas mulheres mortais. Em suma, como você faz uso do conceito de representação, quais os limites dessa relação entre a mortal e a deusa, ou até mais do que a deusa, a mulher da narrativa mítica de modo mais genérico? E o que essas fronteiras te indicam como pesquisadora?

Outros

MATHEUS LEMOS PARENTE respondeu o tópico "A dialética entre consumo e sustentabilidade ainda presente na América Latina e Caribe."

Publicação: Relações América Latina – China: O Soft Power chinês e impactos socioambientais de investimentos chineses na América Latina

Muito interessante o seu trabalho, Matheus. Parabéns! O seu texto me fez lembrar o grande esforço da China para desmontar os ataques pejorativos à sua imagem - o suporte aos países da América e Europa, através da doação/venda de insumos para o combate à COVID; a demonstração dos métodos utilizados por eles para conter a pandemia, através de máscaras, drones e robôs que levavam comida aos idosos em suas casas; a eficiência na construção de hospitais em tempo recorde; etc. É notável o esforço chinês para se fazer culturalmente conhecido no ocidente -  através da presença midiática; promoção de intercâmbios; comércio; e idioma.

O que me chama a atenção é a repetição dos mesmos erros históricos, por parte dos governos da AL e Caribe, fornecendo os insumos desejados pela China e demais nações sem a preocupação da sustentabilidade dessas relações. Faz-se necessário atentar que, se a AL e Caribe, degradar o meio-ambiente em detrimento da ávida demanda chinesa, norte-americana e europeia, sem haver projetos de restauração ambiental e aumento de eficiência produtiva, estes territórios fornecedores se tornarão "terra seca". Ainda, há a problemática do aumento de preços nos mercados internos desses países fornecedores (inflação). Privilegia-se a exportação e aos cidadãos nacionais "nada sobra". Para ser justo, o que sobra à população deste nosso "subcontinente americano" são somente os produtos de baixa qualidade (não aceitos pelos importadores), e como um preço elevadíssimo. A pandemia tem aprofundado mais ainda essa situação, levando a maior parte da população nacional da AL e Caribe à pobreza e à miséria.

Parabéns pela pesquisa!

Abraço

Outros

THAIS HAYASHI VAZ DE ARRUDA respondeu o tópico "Planos Estratégicos"

Publicação: AS EMPRESAS DE CONSULTORIA NA PRODUÇÃO E CIRCULAÇÃO DE INFORMAÇÕES: UM ESTUDO DA MCKINSEY & COMPANY E SUAS ARTICULAÇÕES NO TERRITÓRIO BRASILEIRO

Olá, Thais! Gostaria de cumprimentá-la pela alta qualidade da pesquisa desenvolvida, que nos aponta a relevância da produção e circulação da informação para a formação do território atualmente. Diante do exposto, atraiu meu interesse a elaboração de planos estratégicos por meio dessas empresas de consultoria. Gostaria que você comentasse um pouco sobre o conteúdo desses planos, e como você observa a incorporação desta atividade por empresas e instituições privadas, uma vez que deveriam ser executadas pelo estado. Att, João Rafael.

Outros

LEONARDO LEHMANN CONCENTINO e outra pessoa responderam o tópico "Relações com mudanças no mundo do trabalho"

Publicação: Os usos públicos do passado no Youtube: um estudo sobre os canais de história mais acessados no Brasil

Olá Leonardo!

Gostaria de parabenizá-lo pelo trabalho e pela forma simples e acessível com que foi apresentado. Deixo aqui uma breve reflexão que me ocorreu ao assistir seu vídeo-pôster, a qual talvez seja pertinente no sentido de perceber as conexões de seu tema de pesquisa com a dimensão material da existência: em estudos sobre o mundo do trabalho se tem discutido a respeito de um fenômeno chamado de "plataformização do trabalho". Em uma aproximação muito sintética, esse fenômeno diz respeito ao aprisionamento de cada vez mais ocupações/oferecimento de serviços a determinadas plataformas digitais, como os serviços de entrega por aplicativo, aluguel de imóveis, ou mesmo o ensino à distância. Ao ouvir suas considerações a respeito dos canais de história do YouTube, fui levada a pensar se talvez não haja conexões entre a plataformização do trabalho e o ofício dos historiadores, e como a plataformização permite que pessoas comuns se apropriem da atuação de certos profissionais, como parece ser o caso dos canais que você chama de negacionistas/revisionistas bem como os voltados ao entretenimento. Enfim, apenas uma reflexão. Novamente parabenizo pelo trabalho!

Outros

Marcella Wiffler Stefanini respondeu o tópico "Perguntas e sugestões"

Publicação: A representação da domesticidade em literaturas moçambicanas

Olá, Joyce. Parabéns pelo trabalho! Texto muito bem escrito e organizado, assim como a apresentação da pesquisa no vídeo. Sua pesquisa é muito interessante, em especial por dar visibilidade à literatura africana, e importante para pensarmos as rupturas e reestruturações das representações femininas, não só na literatura mas na sociedade também. Gostei bastante do levantamento bibliográfico e da maneira como você organiza o seu texto e explica os conceitos para o leitor. Tenho apenas algumas perguntas e sugestões:

1) Fiquei curiosa pela escolha dos livros e, mais especificamente, da literatura moçambicana. Há estudos semelhantes já feitos no contexto da literatura brasileira, visto que há um eixo comum entre ambas, o pós-colonialismo? 

2) Senti falta de um desenvolvimento maior, na discussão, da relação que você apresenta na metodologia entre língua-fronteira-tradução, considerando que nós, leitoras brasileiras, iremos ler e interpretar a partir de uma perspectiva que tem pontos em comum (tanto Brasil quanto Moçambique são sociedades patriarcais e pós-coloniais), mas também tem pontos diferentes em relação ao contexto sócio-histórico-cultural moçambicano representado nas obras (como a própria questão religiosa, que você apresenta como possibilidade de desdobramento da sua pesquisa na conclusão). 

3) Ainda em relação à tradução cultural, você menciona a característica oral das literaturas moçambicanas, e fiquei curiosa em saber como essa característica contribui (e se contribui) para a ruptura e/ou reestruturação do estereótipo feminino nas obras.

4) Agora é mais uma sugestão - Como você marca que sua análise se voltará às representações de mulheres em locais não-ocidentais, me parece que você traz, implicitamente, uma dicotomia ocidente/oriente. Nesse sentido, acredito que valeria também expandir um pouco o referencial teórico e trazer reflexões acerca dessa relação.

Mais uma vez, lhe parabenizo pelo trabalho e espero que você dê continuidade à pesquisa, pois há vários desdobramentos possíveis.

Outros

Rodrigo Cruz Lopes respondeu o tópico "Impactos conceituais da pesquisa"

Publicação: PCC: a institucionalização do crime no Estado de São Paulo

Olá Helena, tudo bom? Gostei muito do seu trabalho, achei a pergunta de partida bem pertinente e corajosa. Lendo seu resumo, fiquei com algumas questões. Caso seja possível, gostaria que você respondesse

Você afirma no começo que o PCC nasce como um “partido” na defesa dos interesses e direitos dos encarcerados interno a disputa entre a defesa dos direitos humanos e segurança pública. Que elementos empíricos você levantou para chegar posteriormente à definição dos interesses do PCC como econômico e lucro?

Você conclui que o PCC “pode ser considerado uma instituição”. Quais foram seus critérios para qualificar ou mensurar a legitimidade interna dos locais nos quais a facção está presente? Quais você acha que são os impactos analíticos em conceitualizar o PCC enquanto uma instituição, principalmente se colocado em relação com outras instituição (igreja, Estado, família etc)?

Outros

Lucas Nishida e outra pessoa responderam o tópico "Pergunta avaliador"

Publicação: Consequências e implicações sobre o uso de dados pessoais no combate a pandemia em 2020

Boa tarde, Carolinne. Eu sou Lucas, avaliador do seu trabalho. Primeiro gostaria de te parabenizar pelo trabalho, de grande relevância no atual contexto. Conforme lia seu texto, elaborei algumas perguntas, que gostaria que você respondesse. Elas são as seguintes:

  1. Em seu texto, você comenta que seu trabalho se baseia em notícias publicadas sobre o isolamento social durante a pandemia no estado de São Paulo. Você poderia detalhar mais esse recorte? Quais os veículos de comunicação foram selecionados e por que? Qual o período de tempo das publicações analisadas? Quantas notícias foram analisadas?  
  2. Quais foram os processos tecnológicos de vigilância adotados nos locais que você estudou? Essas tecnologias foram desenvolvidas por empresas privadas? Elas foram implementadas a partir de políticas públicas? Houve adesão ou resistência da população a seu uso?
  3. De que modo o uso de tecnologias de vigilância e de dados pessoais durante a pandemia afeta a produção de conhecimento sobre a saúde da população? Isso tem implicações sobre as intervenções de saúde geradas?
Outros

JULIA BARBATTI RATINI e 2 outras pessoas responderam o tópico "Considerações"

Publicação: MEMÓRIAS DE UM PASSEIO SERIAL: UM ESTUDO DE PERCEPÇÃO AMBIENTAL

Olá, sou Lucas Baisch e faço doutorado em Arquitetura, Tecnologia e Cidades (PPGATC FECFAU). Julia, parabéns pelo trabalho e por estar na Iniciação Científica e pelo texto produzido. Senti falta do percurso analisado, com cartografias a fim de entender em qual área você realiza a pesquisa. Gostaria de pontuar alguns considerações sobre a metodologia, a fim de possibilitar novas discussões.
1) Foi pensada a realização do trajeto fora do Google Street View para fins de comparação?
2) Foi pensado realizar o percurso em diferentes anos? Na plataforma, há a possibilidade de fazer o percurso em diferentes anos, o que seria um dado interessante, para ver se há alteração dos sentimentos analisados ao decorrer dos anos.

No mais, parabéns, que a pesquisa gere ainda mais bons frutos. 

Outros

3 pessoas gostaram do tópico "Parabenização"

Publicação: "Officer Ukuma" e a questão da identidade na Okinawa do pré-guerra

Oi Giovanna! Parabéns pela sua pesquisa! Fiquei muito surpresa em encontrar um estudo sobre este assunto por aqui. Sou descendente de Okinawa e seu texto me fez refletir sobre o assunto.
Não sou estudiosa sobre o tema mas achei interessante compartilhar uns pensamentos.

Aqui no Brasil, apesar de estarmos em um país diferente desde o nascimento, inseridos em outra cultura e fazendo parte dela, essa discriminação se perpetua entre os brasileiros descentes de japoneses (me fez pensar em como a cultura discriminatória é tão difícil de ser descontruída). E uma outra coisa que fiquei pensando, é em como as vezes é complexo explicar essa diferença cultural vivendo no Brasil, pois tem pessoas que gostam de simplesmente comentar (devido minha aparência física) como gostam e admiram a cultura japonesa e descrevem uma cultura da qual não me identifico.

Muito obrigada pelo seu trabalho, e parabéns novamente por trazer o tema para este Congresso. Fiquei muito feliz em ver a história dos meus antepassados por aqui. Muito sucesso para você!

Outros

MARIA FERNANDA FERREIRA BORGES respondeu o tópico "Elogios e sugestões"

Publicação: DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS PARA AULAS DE ARTE DA EDUCAÇÃO BÁSICA COM UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS [3]

Olá, meu nome é Matheus, faço doutorado em Ensino de Ciências na UNICAMP e discuto o desenvolvimento de instrumentos pedagógicos para o ensino. Primeiramente, parabéns pelo trabalho realizado, desde a produção dos jogos e do podcast, mas também pela escrita do pôster e apresentação. É um trabalho rico em possibilidades educacionais, que prezou pela variedade de abordagens pedagógicas, o que é fundamental para um bom debate sobre instrumentos de ensino. 

O trabalho de vocês me chamou muito a atenção pela proposta de criar uma plataforma tecnológica para o ensino de artes, achei bem interessante a abordagem de pesquisar diferentes formas de se comunicar com os estudantes, através de podcast, apresentação oral e o jogo criado. Fiquei bem curioso para ter acesso à essa produção de vocês, pois me parece bem estruturada e que pode ser utilizada em outras escolas. 

Tenho algumas questões que gostaria de conversar com vocês.

1- O trabalho foi em algum momento utilizado com estudantes em escolas?

2- Qual foi o critério que definiu a escolha do nono ano do ensino fundamental como foco do trabalho?

3- Na escolha do programa de realização do jogo, vocês pesquisaram outras plataformas? Me pareceu que vocês poderiam aproveitar muito bem também a plataforma Scratch. (Scratch - Imagine, Program, Share (mit.edu)) Deixo a sugestão para propostas futuras de realização de atividades similares.

E para finalizar, uma questão a título de curiosidade sobre a reflexão do trabalho feita por vocês, e que não precisa ser respondida nesse exato momento. Considerando a leitura da BNCC para o ensino de artes, o que vocês pensam sobre o documento? Acreditam que condiz com aquilo que vocês pensam sobre a educação básica que precisa ser feita no Brasil?

Novamente, gostaria de parabenizar pelo belíssimo trabalho realizado, espero poder continuar lendo trabalho de vocês em outros congressos e eventos.