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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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LARA NANTES MANTOVANI respondeu o tópico "Plataforma Scholar e conceito de affordances"

Publicação: Práticas colaborativas de escrita em um ambiente de aprendizagem online do Scholar

Oi, Lara! Parabéns pelo seu trabalho! Que legal que pode acompanhar a disciplina como aluna e, depois, como PAD e que agora está desenvolvendo esta pesquisa.

Acho que um ponto a ser mais explorado daqui para frente e aprofundado em futuras produções suas é a descrição do que a plataforma Scholar propicia aos usuários, exatamente. Contextualizar um pouco mais a respeito desse ambiente virtual é importante para que leitores do seu trabalho que talvez não conheçam a plataforma entendam melhor seus objetivos e análises.

Quais são, especificamente, os recursos disponíveis lá para os estudantes e para os formadores? Todos foram aproveitados igualmente pela turma? Algum acabou sendo simplesmente ignorado, por não se mostrar muito funcional ou efetivo? 

E, indo um pouco além: em que medida a dinâmica do chat no Scholar se parece ou se distingue de chats em outros ambientes virtuais, como redes sociais, por exemplo?

Além disso, sugiro também que, em seus próximos passos, tente aprofundar as definições e explicações sobre o conceito de affordances, trazendo mais exemplos de suas aplicações e entendimentos. Você conseguirá encontrar mais reflexões sobre isso em alguns textos do Prof. Marcelo Buzato, por exemplo.

Enfim, parabéns mais uma vez e parabéns também ao Prof. Petrilson pela orientação do trabalho e pelas atividades desenvolvidas na disciplina.

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RAFAELA MORELLI e outra pessoa responderam o tópico "Comentários"

Publicação: O vaporwave nos debates sobre o valor crítico das obras de arte pós-modernas

Oi Rafaela, tudo bem?

Meu nome é Annelise Estrella, sou doutoranda em Teoria Literária, pelo IEL, e com muito prazer vim conhecer sua pesquisa!
Quero desde já parabenizá-la pela organização do texto, do vídeo e, claro, da pesquisa em si. Terminei de ver com um gostinho de quero mais...  A pesquisa pareceu ter sido feita de maneira muito bem estruturada e fluida, além de ter deixado a temática ainda mais interessante a partir do referencial teórico que você adotou. Espero que você continue essa trajetória acadêmica :) 

Tenho apenas uma dúvida:
No final do vídeo, você sinaliza que o Glitch mina a familiaridade com o passado, e gostaria que você explicasse um pouco mais essa hipótese. Não entendi como e por que ele minaria essa familiaridade já que, como você mesma apontou, as peças recebem comentários majoritariamente afetivos. 

Parabéns mais uma vez!

Um abraço,
Annelise

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Ronyone De Araújo Jeronimo respondeu o tópico " Cuidados com a Higiene"

Publicação: Higiene, saúde e emoções em uma revista ilustrada infantil

A princípio eu gostaria de parabenizar pelo trabalho e a redação do resumo, a qual foi adequadamente apresentado, não deixando dúvidas dos propósitos que levaram ao estudo e análise da pesquisa. Pensando nisso, irei me ater ao objeto de sua pesquisa que foi o mapeamento e a catalogação da revista ilustrada O Tico-Tico, que promovera a análise de sentimentos relacionados aos cuidados com a higiene, como se deu a escolha por essas emoções? E como os processos civilizacionais fomentaram a produção desses quadros para alcançar as crianças, haja vista, que estas necessitavam que os adultos adquirissem o magazine, havia alguma campanha educativa para que os pais fizessem aquisição da revista?

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LEONARDO ALVES respondeu o tópico "Ótimo trabalho! Peca em alguns aspectos, mas com uma abordagem interessante"

Publicação: Análises e discussões sobre o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), firmado entre Brasil e Estados Unidos, nos respectivos governos de Jair Bolsonaro e Donald Trump, dentro da perspectiva Construtivista das Relações Internacionais

Parabéns pelo trabalho, Leonardo! Traz um tema interessante e contemporâneo, com uma boa abordagem.

Gostaria apenas de fazer algumas sugestões. Em primeiro lugar, sinto que faltou explicitar mais a pergunta de pesquisa na introdução. Ao pouco, a hipótese vai aparecendo ao longo do texto. Porém, acho que ajuda o leito a localizar mais claramente onde você quer levar o texto. Em segundo lugar, sinto que a metodologia poderia ser um pouquinho mais desenvolvida. Então seria interessante explicitar o marco teórico (o construtivismo e quais vertentes dele) e mais aspectos das fontes (quais são primárias e secundárias? Como serão obtidas e analisadas? Será uma leitura quantitativa, qualitativa ou ambas?).

Um ponto interessante é que você traz uma abordagem histórica, buscando mostrar o posicionamento que o Brasil sempre teve com os EUA. Como as Relações Internacionais no Brasil são majoritariamente uma interdisciplinar, acredito que essa abordagem pode ser muito positiva para o trabalho.

Por fim, deixo aqui algumas recomendações que possam ser úteis. Primeiro, sugiro que você dê uma olhada nos textos de Feliciano Sá Guimarães. Ele vem apresentando uma abordagem interessante sobre a política externa bolsonarista em um geral, incluindo sua relação com os EUA. Segundo, acredito que o texto "Anarchy Is What States Make of It" do Alexander Wendt possa apresentar uma abordagem que dialoga com sua hipótese. Particularmente gosto bastante do Construtivismo e inclusive uso ele em boa parte da minha pesquisa, mas acho que existe algumas limitações nas teorias. Por isso, talvez um olhada nas teorias pós-modernas que contestam alguns pressupostos clássicos (principalmente do liberalismo) que são incorporados pelo Construtivismo possa ser algo interessante.

Novamente, parabéns pela pesquisa! Um bom trabalho e que tem condições de virar um artigo baseado em Estudo de Caso!!

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DAPHINY LISBOA DE SANTANA respondeu o tópico "Afetividade"

Publicação: @HistoriaF5: mudanças na produção e difusão do conhecimento histórico na era digital

Olá, Daphiny!

Inicialmente, gostaria parabenizá-la pelo vídeo muito didático e eloquente, essencial para quem está exatamente estudando vídeos e humanidades digitais. O tema é de extrema relevância, sobretudo nestes tempos de negacionismos e fake news. 

Minha questão é que não achei em seu trabalho as fontes sobre o tema da afetividade que você tanto citou. Em certa altura, você apresenta a relação de conexão afetiva e, consequentemente, de engajamento do espectador frente a um locutor com quem há uma afinidade. Poderia falar mais de onde parte essa premissa? Há já estudos que mostram essa relação tão poderosa como você cita? 

Um grande abraço e novamente parabéns pelo excelente trabalho. 

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Jordana Alicia Moreira Carvalho Silva respondeu o tópico "Questionário"

Publicação: A RELAÇÃO DO MERCADO CONSUMIDOR COM OS NOVOS DESCARTÁVEIS BIODEGRADÁVEIS

Olá Jordana! Gostaria de te parabenizar pela pesquisa tão pertinente, ainda mais nos dias de hoje. 

Tenho duas dúvidas:

A primeira seria com relação a pergunta "você dá preferência por utilizar marcas que sejam ecologicamente corretas?", o que você entende por produtos/marcas que sejam ecologicamente corretos? Eles necessariamente devem ser biodegradáveis?

E a segunda é mais uma curiosidade sobre as outras perguntas do questionário, se vocês fizeram algum questionamento relacionado com a aceitação de biodegradáveis provenientes de cascas de alimentos? ou algum outro questionamento mais específico desse tipo?

Obrigada

Att

 

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MARIA PAULA CARDELIQUIO ORFANELLI respondeu o tópico "Resultados"

Publicação: UMA ANÁLISE QUALITATIVA DA GRADUALIDADE EM UM MODELO DISTRIBUCIONAL DE AQUISIÇÃO DE CATEGORIAS SINTÁTICAS

Olá, Maria Paula. Parabéns pelo trabalho! Eu queria que tu discutisse um pouco sobre os resultados do teu trabalho (do segundo 43 ao 54), como só tem imagens e no resumo não há um detalhamento, eu queria entender mais sobre as medidas etc. Tu diz que a informação distribucional apenas não é suficiente para a aprendizagem e que, possivelmente, outros mecanismos sejam necessários. Quais são tuas hipóteses/intuições sobre quais mecanismos outros são esses? Tu menciona a questão de se as etiquetas atuais são de fato confiáveis, o que te levou a essa desconfiança? Ainda sobre isso, as etiquetas que tu menciona são apenas as 10, certo? Tu acha que resolveria a performance do modelo se essas categorias fossem expandidas para ADJ-F-P (adjetivo feminino plural) ou ADJ-G-P (adjetivo genérico plural), em vez de apenas ADJ?