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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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VICTÓRIA DO MONTE RODRIGUES respondeu o tópico "Elogio e uma questão"

Publicação: A atuação do Clube da Madrugada na imprensa manauara

Oi, Victória! Em primeiro lugar, gostaria de parabenizá-la pela pesquisa! Você faz um trabalho extremamente relevante, ao dar destaque ao Clube da Madrugada, mostrando que existiram grupos modernistas na região Norte e trazendo-os para a discussão acadêmica aqui no Sudeste - você mesma afirma que o Clube não teve espaço na academia fora de seu local de origem e sua pesquisa começa a romper essa barreira.

Como a Tabatha, ia perguntar como foi o trabalho de pesquisa das fontes primárias e agradeço sua resposta no outro tópico.

Também gostaria de ouvir mais sobre as publicações do Clube na época da ditadura. Você começa a falar sobre isso no vídeo e me interessei em ouvir mais sobre o caráter desses textos.

Mais uma vez, meus parabéns pelo trabalho cuidadoso e extremamente relevante!

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Joyce Brito Santos e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas sobre o resumo"

Publicação: A representação da domesticidade em literaturas moçambicanas

Olá, Joyce! Tudo bem?

Seu trabalho é muito distinto, de modo geral, as realidades brasileiras e moçambicanas acabam se cruzando (em alguns pontos) no que concerne à situação da mulher.
Dentre suas considerações finais, qual tem sido para você o maior ganho da pesquisa para a sua formação como pesquisadora? Como você lida com as referências históricas dos romances? Faz um estudo da história do país também?
Achei o estudo de grande potencial, espero que dê prosseguimento a ele no futuro. No mais, reveja referências bibliográficas, há obras citados no corpo do texto que não constam nas referências.

Obrigada pela apresentação, foi um prazer conhecer um pouco mais sobre as obras.

Viviane

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AMANDA DOS SANTOS PEREIRA respondeu o tópico "Tema importante e crescente na atualidade!"

Publicação: A inclusão dos alunos surdos e as experiências culturais dos surdos nas escolas

Parabéns pela pesquisa! Tema de imensa relevância e cada vez mais aparente nas discussões atuais! Cresce a comunidade surda e se estrutura de maneira quase a parte do restante da sociedade, é necessário estudos e trabalhos como este que subsidiem as politicas públicas que promovam essa integração. Suspeito que devido ao curto tempo algumas informações podem ter sido excluídas, mas gostaria de ver algo mais conclusivo com o comparativo entre a educação de surdos em ambientes com maioria ouvinte vs. ambientes exclusivos para surdos. Destaco o cuidado em inserir legendas, possibilitando o acesso a informação! Parabenizo mais uma vez as autoras. Grande abraço, Natalia.

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FLÁVIA EDUARDA GOMES HEBLING e outra pessoa responderam o tópico "Pesquisa necessária para repensar a educação e a sociedade"

Publicação: A desigualdade de gênero e difusão de estereótipos femininos entre as crianças pequenininhas no coletivo da creche

Flávia!! Parabéns pelo seu trabalho, necessário demais!

Só fiquei com uma dúvida: existe uma ampla tradição na literatura marxista que entende a escola enquanto uma instituição que reflete seu entorno. Nesse sentido, uma escola em uma sociedade racista, machista, elitista e adultocêntrica também o será. Nesse sentido, é possível reinventar a educação sem reinventar a sociedade? Como você vê a relação creche-sociedade?

Estou feliz em ler seu trabalho e poder dialogar com você!

Abraços

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GIOVANNA MARIA SANTOS SCHEAVOLIN respondeu o tópico "Sugestões para o desenvolvimento de sua pesquisa."

Publicação: O cinema em práticas extensionistas: pensando as potencialidades da universidade e do público

Olá Giovanna, tudo bem?

Gostaria de fazer algumas perguntas e sugestão para o seu trabalho. Mas, antes disso, quero parabenizá-la pelo esforço empreendido até aqui, o seu trabalho está muito bem escrito e nele você demonstra conhecimento sobre a bibliografia básica como, também, desenvoltura no tratamento do objeto de investigação. Segue abaixo algumas dúvidas e recomendações:

1) Gostaria de saber se você irá entrevistar algum dos expectadores do Cine Vagalume? Sei da dificuldade em tempos pandêmicos, mas acho que seria importante para o seu argumento de que o público possui papel altivo e ativo no exercício da representação cinematográfica. A ideia de interação dialógica que está presente na exploração bibliográfica seria bacana de ser encontrada também nas entrevistas dos participantes desta prática extensionista.

2) Creio que seria muito interessante o intercambio da pesquisa com outros espaços de extensão universitária que possuem como atividade a transmissão de filmes. Na Unicamp temos a Casa do Lago que regularmente - pelo menos antes da pandemia - apresentava títulos bastante significativos, seguidos de discussões enriquecedoras. O projeto Cine Pagu é também uma atividade de extensão da Unicamp que trabalha desde 2008 com a transmissão de títulos e com o debate sobre gênero, sexualidade e cultura. Por fim, sugiro, para pensar um pouco fora da caixinha da Unicamp, o projeto Tela Crítica da Unesp que também tem um caráter extensionista e que, durante a pandemia, apresentou um curso sobre interpretação do cinema brasileiro. Você poderia desenvolver uma comparação entre estes diferentes espaços, entrevistando coordenadores e partícipes ou até mesmo fazendo uma análise bibliográfica/documental daquilo que foi produzido por e através deles.

O site dos três projetos abaixo:

https://www.telacritica.org/

https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/projeto-cine-pagu-cultura-visual-genero-sexualidade

https://www.casadolago.proec.unicamp.br/

Enfim, reitero o elogio e espero que essas ideias lhe sirvam, também, para futuras incursões neste universo de pesquisa tão interessante que é o cinema e a extensão.

Atenciosamente,

C.

 

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MELISSA DA COSTA FRONZA respondeu o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: CULTIVO DE PLANTAS PARA ENSINO, PESQUISA E PARA O JARDIM BOTÂNICO DA UNICAMP [2]

Olá Melina, boa tarde. Sou um dos avaliadores do seu trabalho. Uma pena que não foi possível seguir o  projeto original, mas que bom que conseguiram caminhos alternativos para continuarem em contato e trabalhando sobre o assunto. Achei muito interessante, tanto a proposta alternativa quanto a original. Deixava uma sugestão para caso consigam, mais tarde, seguir adiante com a proposta original: que entre os temas das alas do Jardim Botânico reproduzirem, cada um deles, plantas típicas de cada um dos biomas brasileiros. A Praça do Relógio, na USP, faz algo parecido - cada segmento da praça foi recoberto pelo plantio de plantas típicas de cada um dos grandes biomas do Brasil. Parabéns pelo interesse Melissa, e pela dedicação, de já tão cedo buscar se envolver com a pesquisa. Espero que você continue por esse caminho, trabalhar a nossa curiosidade com disciplina é algo muito importante.

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CAIQUE SANCHES BODINE respondeu o tópico "As mudanças no CACD, entre os governos FHC, Lula e Dilma realmente isolam a "herança cultural" como elemento de vantagem?"

Publicação: O INGRESSO NA CARREIRA DIPLOMÁTICA ENTRE 1996-2015: Da prova de "alta cultura" à racionalização do Estado em um novo projeto de Brasil

Boa tarde, Caique! Adorei o seu trabalho. O tema CACD me é bastante caro, uma vez que já carreguei (e ainda carrego) a ambição da carreira diplomática. O resumo do seu trabalho deixa bastante claro as mudanças ocorridas na prova, a partir de 2003, início do governo Lula, com o fim da cobrança de temas ligados à literatura, música clássica, etc. A erudição nestas áreas realmente privilegiava uma determinada elite detentora desta herança cultural. Porém, estamos longe de um processo de democratização da prova. Os conteúdos cobrados agora, ainda privilegiam a mesma elite, visto que, desde sempre, os seus membros foram e são preparados nas melhores escolas, com os melhores professores de cada área de conhecimento. Ainda o acesso aos dispendiosos cursos preparatórios contribuem para o engessamento estrutural, corroborando para que a maioria dos classificados nos concursos, mesmo pós 2003, ainda sejam membros destas elites. Acredito que, de mais relevante nesta transição, foi a criação das cotas para candidatos afrodescendentes . Ademais, a ampliação de embaixadas e o aumento no número de vagas, proporcionado em um ano específico do governo Lula (o qual não me recordo, mas que houve a aprovação de cerca de 100 candidatos) também atenuaram, momentaneamente, a desvantagem histórica de acesso dos candidatos que sejam membros das elites. Enfim, mesmo havendo uma mudança considerável na prova, entre os governos FHC, Lula e Dilma, a adaptação às elites ao novo modelo de cobrança não lhes impõe bloqueio. Pelo contrário, acho que, de certo modo, facilita-lhes a vida. Para eles, é como se o conteúdo a ser dedicado no processo de preparação ficasse menor, uma vez que os conteúdos que são hoje cobrados, também eram alvo de estudo entre 1995 e 2002. Eles somente não mais precisam se preocupar com a erudição nos campos artísticos e literários como outrora. Por outro lado, também temos menos conteúdo a ser estudado por parte daqueles que pertencem às demais classes sociais.

Que venha um novo governo! Com mais oferta de vagas, mais embaixadas, com cotas para indígenas, bonificação de pontos para estudantes de escolas públicas, dentre outros mecanismos que diminuam o abismo existente entre a elite e os cidadãos de outras classes, que também sonham e anseiam com a carreira diplomática e/ou outras carreiras de Estado.

Parabéns pelo trabalho!