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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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LOUISE FERRARI LEONEZI e outra pessoa responderam o tópico "Questões sobre o trabalho"

Publicação: OS DISCURSOS SUSTENTÁVEIS DAS EMPRESAS E COMO A SOCIEDADE OS COMPREENDE

Gostaria de parabenizar pelo trabalho e inserir algumas questões que podem auxiliar em pesquisas futuras:

1) Do ponto de vista metodológico, além das entrevistas com os jornalistas, considerou-se a possibilidade de realização de entrevistas com dirigentes destas empresas ou mesmo com representantes de associações corporativas dos setores ao qual fazem parte?

2) Ainda sobre a metodologia, senti falta de uma caracterização mais precisa sobre a realização do survey: qual o tamanho da amostra e público atingido, por qual meio on-line circulou.

3) Do ponto de vista das práticas sustentáveis destas empresas, haveria pistas para desvendar se se tratam de ações concretas e reais de mitigação de impactos ambientais ou somente discursos de legitimidade visando construir imagem positiva perante a sociedade, já que estes temas ambientais parecem ganhar cada vez mais relevância social?

 

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Izabella De Oliveira Rodrigues e outra pessoa responderam o tópico "Comentário de um dos avaliadores"

Publicação: Agronegócio e Segurança Alimentar: a produção de alimentos para o mundo e para o lugar – uma análise a partir de municípios do Oeste da Bahia

Izabella, bom dia. Eu fiquei como um dos seus avaliadores.  Parabéns pelo seu trabalho. Você escreve muito bem, apresenta suas ideias de maneira muito clara e direta, e conduz o texto de maneira consequente e lógica. De maneira parecida, você articulou bem o tema e a literatura geral do assunto que está trabalhando com o que observou na sua área de estudo.

Além das referências que você citou, se você permitisse, eu gostaria de sugerir uma outra obra que você poderia procurar para dar uma olhada. Acho que você vai gostar muito, pois é um autor e texto incrível e que tem muita relação com seu tema. O texto se chama “Parceiros do Rio Bonito”, e o autor é o Antonio Candido. É um estudo focado na antropologia e sociologia, mas na prática ele dialoga (muito) com a geografia. Você pode já ter visto esse trabalho, dai me desculpe se estou sendo repetitivo falando algo que você já leu, mas ele faz um estudo de detalhe de mudanças numa comunidade caipira tradicional do interior de SP que ficou muito tempo relativamente isolada enquanto uma parte considerável do estado se urbanizava e industrializava muito, mas que em certo momento passa a ter contato maior e tardio com essa “modernidade”. Ele discute sobre vários pontos de vista diferentes como esse contato tardio de uma comunidade de agricultores tradicionais que levavam uma vida auto-centrada no próprio local com um conjunto externo com valores, modos de organizar a vida e o espaço, e instrumentos técnicos diferentes, e os muitos conflitos que surgem dai. Por mais que ele se dedique a essa comunidade em específico, ele faz a partir dai reflexões sobre uma questão bem mais ampla (modelos tradicionais de agricultura e vida rural e da sua relação profunda e enraizada com a paisagem e com a Terra, e os modelos da "modernidade" que olham a Terra como um recurso que se deve maximizar a acumulação), e que tem muito haver com o seu tema. Entre outros enfoques, ele discute os impactos dessa mudança nos hábitos alimentares e nas práticas agrícolas – acho que seria o trecho do trabalho dele que mais serviria para  dialogar com o seu, mas tenho certeza que você vai adorar e se encantar pelo conjunto do livro, que é maravilhoso.

 

Obs – eu tomei a liberdade de converter o seu texto para DOC, e fui fazendo alguns comentários com sugestões de caminhos que talvez você possa considerar para seguir aprofundando o seu trabalho. Tentei enviar por essa plataforma, mas não achei um lugar onde fosse possível fazer isso – não sei se não tem mesmo, ou se sou eu que não sei usa-la direito. Qualquer coisa, você poderia me passar um e-mail, para onde poderia te encaminhar esse arquivo? Dai, se você quisesse, eu encaminhava também uma versão em PDF do “Os Parceiros do Rio Bonito” que tenho aqui comigo.

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hellen fonseca respondeu o tópico "Perguntas"

Publicação: Quando ovelhas não seguem o pastor: As fronteiras entre Religião e Política numa campanha eleitoral evangélica

Olá Adriel,

Sua pesquisa é bastante interessante, traz uma perspectiva muito importante sobre o voto evangélico. Você traz importantes contribuições analíticas que são corroboradas através de exemplos empíricos que o voto de parte dos evangélicos não é necessariamente em candidatos evangélicos - você vai ainda mais além, mostrando que o caráter diversificado e multifacetado deste grupo religioso. Dar conta desta de demonstrar esta pluralidade é muito importante para que possamos compreender os movimentos religiosos atuais. Para enxergar essa variedade, é preciso olhar de perto - e o método etnográfico é uma ferramenta muito importante.

A meu ver, o termo "voto de cajado" é bastante produtivo: dele partem muitas metáforas, não é mesmo? Desde a ideia do pastor, tão presente na Bíblia, como ao conceito de curral e voto de cabresto. No contexto da sua pesquisa, é possível perceber que o cajado e o cabresto nem sempre cumprem a expectativa de suas funções, isto é, que é de garantir que o voto se ocorra no pastor candidato ou no candidato do pastor. 

Minhas dúvidas:

Achei a ideia de custo por voto bastante interessante. O cálculo para mim está claro, porém, gostaria de entender mais sobre como você conseguiu ter acesso aos custos das campanhas eleitorais que você acompanhou - informação esta que você certamente teve mais tempo de trabalhar no relatório da pesquisa.

Como se dava a campanha eleitoral no período pré-pandemia? As campanhas aconteciam durante os cultos ou logo após, em conversas informais ... ou das duas formas?

Existe algum recorte de gênero/classe/raça/idade em relação ao posicionamento contrário à prática política dos pastores? Você tem alguma hipótese sobre o porquê de isso ocorrer? Essas divergências produzem conflitos entre os  religiosos (por ex.: o grupo que apoia o pastor x aqueles que discordam de "politicaiada" no templo, como diz o religioso que você menciona no texto).

Parabenizo-o mais uma vez pelo trabalho. 

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Laís Lorenço respondeu o tópico "Cinema e práticas extensionistas"

Publicação: O cinema em práticas extensionistas: pensando as potencialidades da universidade e do público

Olá Giovanna, tudo bem?

Sou Laís, doutoranda em Multimeios - IA, pesquiso especialmente cinema latino-americano e documentários.

Parabéns pela pesquisa!

A associação entre cinema e práticas extensionistas na sua pesquisa é muito bem vinda. Assim como a ampla visão do que é cinema, algo muito positivo no campo de estudos cinematográficos, possibilitando e ampliando, o impacto do cinema e, reforçando sua interdisciplinaridade.

Tenho uma curiosidade que se refere ao seu estudo de caso, o Cine Vagalume, exatamente sobre qual é a sua programação, se existe alguma linha temática ou motivador para a seleção dos filmes. Porque os assuntos suscitados pelas obras audiovisuais tem relação direta com o conhecimento debatido nas sessões. Isso não é o objetivo da sua pesquisa, mas, sem dúvida, é um caminho possível de pesquisa. Porque isto, acredito, é um caminho possível para aprofundar a compressão de como ocorre a relação público-universidade, tendo a extensão e o cinema como detonadores.

Abraço!

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KEIVAN DE CASTRO ALMEIDA GACHIDO DE SOUZA respondeu o tópico "Dúvidas e comentários"

Publicação: Consolidação do Neoliberalismo após os Anos Dourados

Olá, Keivan! Tudo bem?

 

Primeiramente, gostaria de parabenizar pela elaboração do projeto! Gostei muito da leitura, muito rico e interessante. 

Gostaria de levantar alguns pontos de discussão que acho que são relevantes ao tema:

1) Você apresentou três óticas de estudo do neoliberalismo, concluindo que a análise do processo de consolidação do neoliberalismo somente é possível utilizando uma visão conjunta. Neste sentido, apesar da visão Marxista e a visão foucaultiana retratarem o processo de consolidação do neoliberalismo com luz em diferentes agentes e mecanismos sociais, seriam essas visões complementares? E em que quais aspectos são possíveis identificar convergências e divergências nessas duas ópticas? Levanto essa discussão pois acredito que contrapor essas duas teorias é algo muito rico para o debate sobre a consolidação do neoliberalismo. Deixo também como indicação o livro "Nas Ruínas do Neoliberalismo" de Wendy Brown (2019), nesta obra a autora coloca um debate sobre complementaridade teóricas no debate sobre a forma neoliberal e sua intensificação.

 

2) Você apresentou um panorama sobre a consolidação do objeto neoliberalismo. Entretanto, gostaria de colocar se o debate sobre o surgimento do neoliberalismo é algo relevante para sua consolidação. A fundação teórica vem do começo do século XX, como apontado, e, a sua consolidação após 73. Quais fatores permitem o surgimento desse neoliberalismo? E quais fatores permitem que esse neoliberalismo saia das teorias de Mont Pelèrin e passem para sua intensificação na sociedade? Acredito que você abordou ambos os temas, mas deixo o comentário pois creio ser interessante para pensarmos a relação entre o surgimento e a consolidação do neoliberalismo.

 

Um abraço!

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Gabriela Rocha Rodrigues de Oliveira respondeu o tópico "Parabéns e algumas questões"

Publicação: A economia açucareira e a estratificação social no Brasil colonial: um estudo a partir da obra Cultura e Opulência do Brasil

Primeiramente, Alícia, gostaria de dizer que foi um imenso prazer poder ler a sua pesquisa e, agora, apreciar o seu vídeo-poster.

Parabéns pelo trabalho!

Tenho algumas questões, mas gostaria de deixá-la à vontade para respondê-las ou não.

1) Gostaria que você explicasse um pouquinho mais sobre o processo da pesquisa, em termos metodológicos, como por exemplo: as categorias de análise foram pré-selecionadas? Como os trechos foram selecionados? Se pudesse fazer um breve comentário nesse sentido, ficaria muito grata.

2) Sei que talvez fuja um pouco do propósito da sua pesquisa, mas fiquei curiosa: você conseguiu identificar algumas contradições na postura de Antonil em relação à forma de interação entre os senhores e os escravos, levando em conta que ele era um jesuíta? (questão opcional - sei que talvez fuja muito do escopo da pesquisa).

3) E, finalmente: você aponta em seus objetivos que tinha a intenção de fazer um paralelo das categorias estudadas com a organização socioeconômica do Brasil contemporâneo. Foi possível avançar nesse sentido? Se sim, quais são suas principais conclusões em relação a esses aspectos? Como você entende que a sua pesquisa pode contribuir para o entendimento das "assimetrias de múltiplas ordens", como você mesma pontua, em nossa sociedade atual?

Desde já, gostaria de agradecer a atenção e reforço os meus parabéns!

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JOÃO FELIPE RUFATTO FERREIRA respondeu o tópico "Hashtags"

Publicação: Plataforma #MemóriasCovid19

Oi, João Felipe! Tudo bem?

Primeiramente, parabéns pelo trabalho sensível, dedicado e aprofundado. Compreendi muito bem tudo o que você apresentou em seu vídeo e gostaria de elogiar, especificamente, seu domínio a respeito da literatura estudada e as relações feitas em suas explicações.

Gostaria de fazer uma provocação. Seu estudo e a plataforma em si envolvem muitas dimensões linguísticas: a narrativa, a memória, linguagens verbais, linguagens visuais etc. Particularmente, como pesquisadora da área de Linguagens e Tecnologias, enxergo também uma dimensão importante na presença das hashtags no projeto (no título da plataforma, nas categorias identificadas e listadas por você etc.). Você acha que a presença dessas hashtags desempenha algum papel importante? A que se deve, em sua opinião, a escolha desse tipo de linguagem associado a um projeto como esse e a um arquivo virtual?

Abraços, até mais, e parabéns mais uma vez! =)

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Gabriela Rocha Rodrigues de Oliveira e outra pessoa responderam o tópico "Parabéns e algumas questões"

Publicação: O papel a ser cumprido pelas universidades e o Estado na difusão de novas tecnologias na indústria brasileira

Boa tarde, João!

Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pela pesquisa! Com certeza é um tema de extrema relevância e esse caminho pode lhe trazer ótimos frutos!

Tenho algumas questões para você. Fique à vontade para respondê-las.

1) A primeira delas refere-se à afirmação, em seu resumo, de que o DGP não teria demonstrado uma incorporação significativa de temas relacionados à indústria 4.0. Quais seriam os principais pontos que você analisou/interpretou para chegar a essa conclusão?

2) Uma curiosidade: você chegou a fazer alguma análise sobre os principais setores das empresas que compõem essas parcerias? Caso não tenha feito, fique tranquilo! Poderia ser um caminho para pesquisas futuras.

3) E, por fim, gostaria de saber como você enxerga essa tendência encontrada em seu trabalho de uma certa desconcentração dessas pesquisas entre as regiões brasileiras, quando observadas às possíveis trajetórias de desenvolvimento do país.

Acho que por enquanto é isso.

Agradeço desde já a atenção e, novamente, deixo meus parabéns pelo trabalho!

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3 pessoas gostaram do tópico "Perguntas"

Publicação: "Officer Ukuma" e a questão da identidade na Okinawa do pré-guerra

Olá, Giovanna.

Primeiramente gostaria de parabenizá-la pela pesquisa. Trazer os países asiáticos para uma discussão histórica a partir do Brasil é algo bastante desafiador. Mais pesquisas como a sua são necessárias para que este tema seja conhecido em nosso país.

Fiquei com algumas dúvidas sobre a execução da sua pesquisa: como você a desenvolveu? A leitura da obra foi feita no japonês ou em alguma outra tradução (português, inglês ou outro idioma). Pergunto isso, pois sabemos que esta é uma questão bastante complexa em se tratando de traduções para do japonês para a língua portuguesa - elas tendem a demorar muito tempo para ocorrer por diferentes razões e, além disso, a tradução do japonês para outros idiomas é um processo ainda mais complexo. Gostaria de saber como você lidou com essa questão durante a pesquisa.

Gostaria de compreender mais sobre o autor da obra, sobretudo se as questões identitárias do personagem Hya’akū possuem paralelos com a vida do escritor. 

Obrigada e mais uma vez parabéns pela pesquisa.

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JAQUELINE BRANDÃO MARTINS respondeu o tópico " Caracterização/Público alvo do Catálogo"

Publicação: CATÁLOGO SELETIVO DE FONTES DA PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE CAMPINAS-SP

Oi Jaqueline, tudo bem?

Primeiramente gostaria de parabenizá-la pela pesquisa, sempre é uma ótima iniciativa propor elaborações de catálogos seletivos para arquivos em prol do acesso a informação. Pesquisei por muitos anos no CMU e em outras instituições que abrigam arquivos históricos, então pude observar na prática que esses catálogos são de extrema importância. E também tive a oportunidade de auxiliar na identificação dos documentos da Bertha Lutz.

Minha dúvida só ficou em relação à caracterização da Paroquia e consequentemente a que público o catálogo visa atender. Pois, pra maioria dos pesquisadores historiadores por exemplo a Paroquia representa fonte de documentação "demográfica", bem como os registros de nascimentos, casamentos e óbitos (que no caso estão arquivados na Cúria e também existe o acesso desses registros digitalizados). Mesmo não sendo o alvo de sua pesquisa, poderia ter tido uma rápida caracterização da função social da Paroquia e deixar claro/especificado logo de início que você pretendia catalogar os documentos sobre a "instituição Paróquia".

Mais uma vez a parabenizo pela pesquisa!

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BEATRIZ SILVESTRE RODRIGUES DE SOUZA respondeu o tópico "Resultados da pesquisa"

Publicação: Dançando no 'Fábricas de Cultura'

Oi Beatriz, tudo bem?

Meu nome é Annelise Estrella, sou doutoranda em Teoria Literária no IEL; é um prazer estar aqui conhecendo sua pesquisa, obrigada pela partilha!

Fiquei com uma dúvida ao ver o vídeo e ler seu resumo... 
Você diz que, imagino que sobretudo através das entrevistas, pretendeu investigar quais são as diferenças "da iniciação artística que é desenvolvida na Fábrica de Cultura Sapopemba e a proposta de aprofundamento da linguagem da dança, visando o aperfeiçoamento e a formação profissional, realizada pelo Núcleo Luz" (copiado do seu resumo). No entanto, não ficou muito evidente quais são as diferenças para as pessoas que você entrevistou; no vídeo há um relato da diferença mais da natureza, isto é, do conceito dos projetos do que uma diferença na relação entre os sujeitos participantes e cada projeto apresentado. No minuto 2:54 você traz a opinião dessas pessoas, mas sem levantar as diferenças entre os projetos, ficou como que uma fala para ambos. Não há diferenças então?Você pode contar um pouco mais sobre esse aspecto? 

Obrigada e parabéns pela pesquisa!

Abraço,

Annelise

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Guilherme Gonçalves Costa e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas sobre o trabalho"

Publicação: A adaptação de universitários ingressantes através do Edital Vagas Olímpicas

Boa tarde, Marília, tudo bem?

Primeiramente, gostaria de parabenizá-la pelo trabalho de excelente qualidade que apresentou em vídeo e via texto-resumo! O estudo se mostra atual, pertinente e condizente com a realidade das novas modalidades de ingresso à universidade pública que vêm surgindo no Brasil. No que concerne ao que foi apresentado, tenho algumas perguntas, por gentileza:

(1) O que te levou a escolher esse tema? Você já se interessava por fazer esse tipo de acompanhamento das vagas olímpicas antes? Como foi esse processo decisório pelo objeto de pesquisa?

(2) O que levou você a optar por utilizar especificamente o Questionário de Adaptação ao Ensino Superior (QAES) de Araújo et al. (2014) como instrumento de construção dos dados da pesquisa? Você chegou a buscar outros instrumentos possíveis?

(3) Que tipos de políticas institucionais você acredita que possam ser criadas e/ou otimizadas a fim de atender as necessidades dos ingressantes do Edital de Vagas Olímpicas (EVO) que você menciona no texto?

No mais, é isso. Parabéns novamente pelo trabalho!

Atenciosamente,

Guilherme Gonçalves Costa