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Acompanhe as principais atualizações e discussões sobre os trabalhos publicados em PIBIC 2021!

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Shay Soares respondeu o tópico "Duvidinhas"

Publicação: Os elementos sígnicos do Cinema Mudo como ferramenta criativa às Artes Cênicas

Oi Juliana!

Primeiro, eu queria te parabenizar pelo trabalho que está muito lindo! Ano passado li tua pesquisa também, então, de certa forma, me sinto acompanhando teu processo de trabalho.

 

Queria que tu comentasse mais, por gentileza, de que forma os elementos do cinema que mencionaste (trilha, legenda...) são inseridos na cena, ou antes, na criação de cena?

Também gostaria que comentasse um pouco sobre os exercícios de improvisação em que são experimentados cada um desses princípios corporais. Pergunto isso talvez até pra entender melhor como tu tá abordando a questão do conflito que há no livro da tua referência do Bergson.

 

E fico muito feliz pela criação do grupo, desejo sucesso!!

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Carolina de Oliveira Silva e outra pessoa responderam o tópico "Alguns apontamentos"

Publicação: O Circuito Spcine como ferramenta de formação de público na periferia

Parabéns pela pesquisa, Gabriel! Pensei em algumas questões direcionada, principalmente, a parte escrita.
A análise dos dados, como aponta o início do texto, delimita os anos de 2016 até 2018, mas a metodologia prevê um recorte diferente – 2016-2019, houve reformulação por conta da adequação da pesquisa dentro do cenário pandêmico?

Não compreendi muito bem a justificativa com relação a Copa do Mundo, seria um tipo de desvio de atenções – do cinema para o evento? Do jeito que está escrito não dá a entender isso – as pessoas ficaram em casa para acompanhar os jogos, portanto não saíram ou procuraram outros tipos de entretenimentos – acredito que seja uma questão textual mesmo.

Seria muito interessante informar, por exemplo, a quantidade de títulos para o público infanto juvenil e infantil, já que você cita que é um público que vem crescendo, no entanto, a oferta não é voltada para ele – são informações que podem corroborar a própria pesquisa quantitativa.

Acredito que sua pesquisa pode ser amplamente desdobrada, além de ser urgente para nos ajudar a traçar um panorama do próprio público brasileiro com relação ao cinema!

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Ian Gabriel Couto Schlindwein respondeu o tópico "Movimento dialógico horizontal em vídeos do Youtube"

Publicação: A figura de Rita Von Hunty, da Comunicação Virtual à Práxis da Pedagogia Crítica.

Primeiramente Bárbara, parabéns pelo seu trabalho. Ele é muito enriquecedor e traz discussões centrais pra educação atual em várias frentes diferentes. 

Você comentou sobre a dificuldade de conseguir responder a sua quinta pergunta - construída a partir da leitura de Paulo Freire - por conta das dificuldades materiais de conseguir entrevistar a Rita pessoalmente no atual cenário. Mas gostaria que você pudesse falar um pouco mais sobre essa questão, se for possível, pois me parece também que ela é a mais complexa. 

A partir da sua pesquisa e do que você encontrou nesse percurso, como você entende os limites (e também as potencialidades) de buscar realizar um movimento dialógico - que busque uma horizontalidade - em uma prática baseada na educativa crítica e libertária mediada pelo formato de vídeos na plataforma como o Youtube? Você deixou evidente que não é uma pergunta que dê pra responder inteiramente agora - você inclusive já aponta para algumas respostas ao falar da educação ubíqua - mas você encontrou alguma outra pista nesse sentido? Mesmo sem a entrevista, deu para encontrar algumas saídas que os vídeos e as interações que a Rita realiza quanto a esse ponto? Como você entende atualmente nesse sentido processos como o da escolha dos temas geradores mediados por essa plataforma que você também comentou?

Espero que a(s) pergunta(s) não tenha(m) ficado confusa(s). Agradeço muito a atenção e, novamente, parabéns pelo grande trabalho!

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Júlia Tomaz Montoro respondeu o tópico "Revisão de trabalho, sugestão e parabéns!"

Publicação: Movimento Umbandista e Fotografia: Uma visão da tradição

Bom dia, prezada Júlia e Gilberto. 

Sou Davi de Codes, doutorando em Educação, na linha de Arte, Linguagem e Educação da Unicamp e fiquei imensamente contente em conhecer o trabalho de vocês, de lê-lo e conhecer um pouco mais sobre a relação entre fotografia, Umbanda e tradições familiares. O trabalho é muito rico e cheio de potencialidades, traz imagens muito emblemáticas sobre aquilo que reflete e aponta e tem sua metodologia bem definida. Apontei alguns poucos pontos de correção de norma e português que podem ser compartilhados por email, caso desejem ([email protected]), e que não oneram em nada a qualidade do trabalho. Senti falta da menção aos/às autores/as que são trazidos na lista de referência, mas não são citados no corpo do texto, e recomendo que o façam, para dar a ver aos seus leitores e leitoras quais são as leituras/estudos que melhor fundamentam aquilo que indicam ser as bases para noções como auto etnografia, memória, antropologia da imagens, etc. Isso localiza melhor o trabalho, fundamenta-o. Como dito, considero o trabalho excelente e cheio de novas e mais possibilidades. Gostaria de saber se há pretensões futuras para esta pesquisa, se haverá o uso ou confecção de novas fotografias a partir de sujeitos contemporâneos da Tenda, se vocês, como autores, pretender produzir imagens e como pretendem seguir relacionando narrativas e fotografias. 

Sigo à disposição para novas conversas e ficaria muito contente de acompanhar os desdobramentos deste trabalho super rico e pertinente. 

Abraço e meus parabéns!

 

Davi

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SABRINA SAVANI SENA e outra pessoa responderam o tópico "Publicação"

Publicação: AFRONTAMENTO: O empoderamento negro através da estética nas periferias

Olá Sabrina, parabéns pelo seu trabalho. Fiquei bastane contente em ler uma pesquisa tão comprometida com expressões artístico-políticas que tem sido a vanguarda neste momento político onde ideias fascistas e eugenistas tem ecoado sem pudor. 

Assin, o primeiro ponto que eu gostaria de destacar é a originalidade do tema. Depois, a coragem em trazer autoras e autores que raramente são discutidos nas formações de bacharelados, como Kilomba e hooks, por exemplo. 

Olhando a sua publicação, eu senti que estava muito próximo a um mapeamento de expressões do que uma análise que aprofunda em como tais artistas manejam a ideia de empoderamento negro. destaco que, ainda que seja um mapeamento, se trata de algo fabuloso pois é um trabalho a ser feito e com toda certeza te ajudará a aprofundar ideias e conceitos em sua agenda de pesquisa daqui pra frente. 

Por fim, eu gostaria de saber como você tem lidado com as próprias categorias de "diáspora", "empoderamento negro"  e estética "periférica". Creio que é, sim, importante entender como os teróricos, sobretudo negras e negros, tem elaborado e pensado estes conceitos, mas creio que sua grande contribuição seria trazer como estes conceitos são interpretados e incorporados pelos seus interlocutores artistas, não apenas pelo que é verbalizado em discursos, mas por meio de como tais temas aparecem nas obras e performances. 

 

 

Mais uma vez, parabéns! :-)

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BÁRBARA HELENA DANIEL SANTOS e outra pessoa responderam o tópico "Sugestões / Dúvidas"

Publicação: A figura de Rita Von Hunty, da Comunicação Virtual à Práxis da Pedagogia Crítica.

Bárbara, olá.

Primeiramente, gostaria de parabeniza-la pela realização da pesquisa. Pesquisar em tempos tão complexos como o que estamos vivenciando englobam uma miríade de fatores desestabilizantes. Então, só o fato de você ter seguido pesquisando já é algo louvável.

Como sou um dos avaliadores deste trabalho, tecerei algumas considerações, sugestões e possíveis encaminhamentos futuros – caso seja do seu interesse dar continuidade a esta pesquisa.

Para além de ser um tema de pesquisa de extrema relevância, principalmente no contexto nacional que estamos vivenciando, ele também o é muito provocativo. Provocativo pois a figura de Rita, per si, já questiona estruturas arraigadas em nossa sociedade, sedimentadas em perspectivas masculinas, brancas, heterossexuais e eurocentradas. Para além dos aspectos externos e estéticos, os tópicos abordados por Rita/Guilherme também possuem um imenso potencial dirsuptivo, completamente coadunados à pedagogia crítica freiriana. Questões estas que, pelo resumo e exposição oral, estão e são o núcleo central da sua pesquisa – que permeia o universo do artivismo Drag, fortemente enraizado na Teoria Queer.

Devido ao pouco tempo-espaço da comunicação oral e escrita, é comum que realizemos recortes da nossa pesquisa. Todavia, creio que se as demais referências utilizadas à composição do relatório final fossem indicadas, o resumo seria enriquecido. Por tratar-se da divulgação de uma pesquisa, por vezes mobilizamos outras pessoas a pesquisar e/ou se questionarem a partir das nossas reflexões, nesse sentido, indicar quais foram os outros pensadores da educação, cultura e da análise do discurso utilizadas no texto final poderiam balizar tais movimentos. Na mesma medida em que dão mais corpo à pesquisa, já que ao menos nos indicam quem são essas pessoas e nos “obrigam” a tentar criar intersecções entre as/os autoras/es, nossas bagagens teórico-práticas e sua própria pesquisa. Seria possível indicar quem são estes sujeitos?

No mais, sigo aberto para dialogarmos.

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Lucas de Almeida Pinheiro e outra pessoa responderam o tópico "Sugestões / Dúvidas"

Publicação: O Teatro do Absurdo: um estudo sobre o Absurdo e seus ecos na contemporaneidade

Giovanna, olá.

Primeiramente, gostaria de parabeniza-la pela realização da pesquisa. Pesquisar em tempos tão complexos como o que estamos vivenciando englobam uma miríade de fatores desestabilizantes. Então, só o fato de você ter seguido pesquisando já é algo louvável.

Como sou um dos avaliadores deste trabalho, tecerei algumas considerações, sugestões e possíveis encaminhamentos futuros – caso seja do seu interesse dar continuidade a esta pesquisa.

Ao retomar aspectos do Teatro do Absurdo, os atualizando à contemporaneidade e buscando identificar como esta manifestação vem ocorrendo em território nacional, a pesquisadora demonstra maturidade para com a pesquisa e sua temática.

Sendo da área teatral, os nomes dos autores e os conceitos apresentados me são familiares, o que não impede ou dificulta a minha leitura. Todavia, caso esta pesquisa vá à publicação, sugiro que as relações entre Beckett, Ionesco, Adamov, Genet e Pinter sejam mais bem exploradas. No sentido de oferecer um anteparo estético-estilístico que corrobore às analises e comparações com as duas obras contemporâneas que compõem a pesquisa.

Este é, aliás, um ponto lacunar do seu trabalho escrito. Em nenhum momento, ao longo do texto (apenas nas referências), aparecem o nome dos artistas contemporâneos analisados, apenas o de suas obras. É importante que estes sejam não só mencionados nominalmente como localizados geograficamente. Quem são? Onde criam? Quais contextos de política pública e/ou privada os permitem criar suas obras? Estas são algumas das perguntas que me ocorrem, lendo e em contato com sua pesquisa. Ainda que citados na exposição oral, creio que seja importante que estas questões também aparecem no texto escrito, enriquecendo as discussões ali propostas e já balizando as pessoas que lhe ouvirão.

Para finalizar meus comentários, há um livro de um crítico de arte contemporânea que penso ser interessante para ti e para a pesquisa. Ele se chama “O que vem depois da Farsa? Arte e crítica em tempos de debacle”, de Hal Foster.

No mais, sigo à disposição para conversamos.

Grato.

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Carolina de Oliveira Silva e outra pessoa responderam o tópico "Trabalho urgente, interessante e que pode prever inúmeros desdobramentos"

Publicação: O processo de codificação do vídeo-ensaio queer, no Canal ContraPoints, do YouTube

Parabéns, Rafael! Sua pesquisa apresenta um objeto muito estimulante e que prevê uma série de desdobramentos, principalmente no que se refere ao campo dos estudos de gênero!

A perspectiva da teoria queer como uma orientação metodológica e intelectual, na sua opinião, guardaria relações estéticas no que se refere à forma do vídeo-ensaio, tendo em vista a própria dificuldade de sua definição dentro do universo do audiovisual?

A ideia do interstício é bastante interessante, gostaria de entender melhor, talvez com exemplos de trechos de imagens e som. Isso pode render futuros aprofundamentos de análises.

Muito curioso o aspecto da codificação implícita (a imagem de um comentarista e o fundo de estantes de livros) como forma de codificação da erudição – poderia apontar exemplos desses canais (para comparação)?

 

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Maria Isabel Torres dos Santos respondeu o tópico "Balé e Matemática"

Publicação: Interdisciplinaridade no ensino do balé: como tornar acessível os aspectos matemáticos inerentes ao balé como ferramenta auxiliar no ensino-aprendizagem dessa linguagem da dança.

Olá Maria Isabel,

Muito interessante sua pesquisa, unindo matemática com o balé, apontando a importância da interdisciplinaridade. 

Achei excelente a estratágia dos vídeos para reforçar o aprendizado nas aulas junto aos alunes. Fiquei com dúvida como foram selecionados os participantes, eles tinham que ter conhecimentos prévios em balé? Poderiam participar pessoas sem conhecimento da dança e apenas de matemática? Fiquei em dúvida em relação a escolha das pessoas que participaram do estudo. E se foram aplicados conceitos de matemática desconhecidos por eles.

 

Muito obrigada e um abraço,

Julia

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ISABELLA RICCHIERO STEFANINI respondeu o tópico "Elogio e dúvida"

Publicação: O que é um filme cult: tentativa de definição do conceito

Olá, Isabella! Achei muito incrível o tema. Nunca entendi o porquê do termo "cult" ser utilizado para definir alguns filmes e nunca encontrei uma explicação, então, como leiga no assunto, comecei a pensar na opção que uma pessoa X em algum momento classificou um filme aleatório assim e outras pessoas, por influência, apenas aceitaram essa classificação. É muito interessante aprender que existe esse fenômeno, além de outros fatores. Eu tenho dúvida se, por exemplo, um filme que não possui nenhuma característica de ser “cult” mas a população é convencida que ele é, por grande influência da mídia, pode acontecer que o “cult” acabe perdendo seu real significado e se adapte à opinião popular, já que o verdadeiro é ignorado? ou não é exatamente assim que acontece?

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MARIA ISABEL BRENTANI RONCOLATTO respondeu o tópico "Cidades (in)habitáveis"

Publicação: Vivências e práticas criativas do espaço urbano: um diálogo entre Francis Alÿs, Henri Lefebvre e o movimento Situacionista

Oi, Isabel! Parabéns pela pesquisa! Trata-se de uma discussão muitíssimo pertinente para o momento em que vivemos, e foi muito bom você considerar o contexto pandêmico em sua reflexão.

Apenas gostaria que você me falasse mais sobre a crença que você expressa de que as propostas dos situacionistas e especialmente de Alÿs "tornam as cidades com as quais trava-se contato mais 'habitáveis'". Você se refere ao momento em que as propostas estão sendo realizadas, ou acredita que elas conseguem efetivamente romper com essa dinâmica alienadora para além desse momento? Em outras palavras: você acha mesmo que essas propostas conseguem efetivamente mudar a relação das pessoas com a cidade, para além do momento da performance?

Obrigada!

 

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MARIA ISABEL BRENTANI RONCOLATTO e outra pessoa responderam o tópico "Questões urbanas"

Publicação: Vivências e práticas criativas do espaço urbano: um diálogo entre Francis Alÿs, Henri Lefebvre e o movimento Situacionista

Primeiramente, parabéns pelo seu trabalho!! Achei muito interessante as discussões e as obras abordadas.

Quando você comenta sobre a nossa posição passiva em relação à cidade e depois aponta as obras Alÿs, discutindo sobre as temáticas do "andar", me fez refletir sobre nossa desconexão com o ambiente em que habitamos e consequentemente com nós mesmos. Parece que realmente existe um paradoxo no centro urbano. Cada vez mais amontoados e carregados, nos encontramos juntos ...  no entanto, distantes do coletivo, individualizados e anestesiados pelo espetáculo da urbs. Os espaços que encontramos ao nosso redor são transformados em produtos e em caminhos de passagem, local para "andar"...ou correr.

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Maria Fernanda Tejada Begazo e outra pessoa responderam o tópico "Detalhes do trabalho realizado,"

Publicação: DESENVOLVIMENTO DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS PARA AULAS DE ARTE DA EDUCAÇÃO BÁSICA COM UTILIZAÇÃO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS

Saudações a todos os autores, e gostaria de estender meus parabéns pelo trabalho realizado. Este trabalho vem ao encontro da inovação em trazer tecnologia para o ensino de disciplinas que por vezes se resolvem contraditórias, como a arte.

Queria saber mais detalhadamente sobre o desenvolvimento da obra, sei que foi realizada a investigação e escolha dos cenários, mas gostaria de saber a dificuldade de aprender a desenvolver na plataforma Construct3? Que problemas vocês observarão no desenvolvimento do projeto? vocês tem alguma sugestão para replicar seu trabalho? Você tem o material online que desenvolverão para observar os resultados?

Tinha uma pregunta pra Lucas, Queria saber o que aprendeu nesse desenvolvimento em animação 3D? O que você achou interessante neste tópico? Por que a tridimensionalidade é importante na arte hoje?

Até logo,

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Carolina de Oliveira Silva respondeu o tópico "Possíveis avanços para a pesquisa"

Publicação: Amor, sexo e casamento nas comédias românticas de Hollywood

Parabéns, Natália! Pesquisa muito bem construída (metodologicamente) e com um recorte provocador!

Muito relevante essa breve menção aos momentos/ciclos da comédia romântica – o que você pensa de um panorama mais contemporâneo? Seria incrível avançar nesse sentido.


Penso que seria interessante abarcar uma perspectiva (a partir de autoras como Lauretis, por exemplo) da utilização – como repetição de determinados códigos do gênero – com relação às personagens femininas, de uma forma crítica. Isso seria possível, na sua opinião? Eu acredito que nesse recorte a própria ideia da comédia romântica como uma possível repetição de valores com relação ao casamento, amor, família poderia ser reenquadrada, por vezes se repetindo para parodiar – é possível enxergar isso em algum desses objetos?