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Abstract

A forte dependência do Brasil em fertilizantes impulsiona a busca por bioinsumos sustentáveis. Este estudo avaliou as emissões de dióxido de carbono (CO₂) de um solo de textura arenosa (9% de argila) após a aplicação de um novo biofertilizante derivado de resíduos de peixe. O experimento foi conduzido em condições controladas, com delineamento próprio casualizado, composto por sete tratamentos: 0, 0,5, 1, 2, 4, 8 e 16 L ha⁻¹. Os resultados mostraram uma demonstração positiva direta: quanto maior a dose aplicada, maiores as emissões de CO₂. Notavelmente, no solo arenoso, as taxas de transferência atingirão o pico nas primeiras 24 horas após a aplicação. Essas avaliações duraram dezasseis dias, compreendendo quatro avaliações de 24 horas e quatro avaliações de 72 horas. Esse pico inicial de CO₂ é atribuído à rápida destruição da matéria orgânica do biofertilizante por microrganismos do solo, um processo particularmente sonoro em solos com menor teor de argila. A atividade microbiana ocorre elevada durante os primeiros seis dias antes de se estabilizar. A dose ideal é de 16 L ha⁻¹; Observamos-se uma grande diferença com dosagens mais elevadas. Os resultados mostraram diferenças entre si, influenciados pelas doses utilizadas.

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Institutions
  • 1 Mato Grosso State University
  • 2 Ambios
  • 3 Universidade do Estado de Mato Grosso | (Mato Grosso State University)
  • 4 unemat
Track
  • Greenhouse gas emissions
Keywords
Soil respiration
Microbial activity
Organic amendment
Decomposition
Agro-industrial waste