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If you've NEVER registered a DOI in your Lattes, check our tutorial!Segundo HONORATO et al. (2022) e NETTO et al. (2023), a identificação das principais nãoconformidades (NCIs) que ocorrem em dutos flexíveis offshore, bem como o reconhecimento dos mecanismos de falhas (MCFs) através das árvores de eventos (AEs), são pontos fundamentais para a geração da Metodologia de Inspeção Baseada em Risco (IBR) dessas estruturas. Para garantir a segurança operacional de dutos flexíveis submarinos é essencial a identificação dos principais modos de falhas (MF) que podem gerar a perda total de integridade estrutural por vazamento. A organização dos mecanismos de falhas através de AEs permite a visualização vertical da ocorrência cronológica das NCIs em estágios até ser atingido o MF final, o qual será o evento de topo. Procura-se neste trabalho sugerir às equipes de inspeção a estimativa de intervalos de inspeção do sistema submarino de risers offshore com base no ranking de risco DEA de pesquisa operacional. Com foco na região de inspeção de Risers no trecho de -30m até TDP, o modelo DEA IBR Risco aqui proposto será de restrição aos pesos para evitar baixo poder discriminatório de dutos mais e menos críticos e fará uso de fronteira virtual de dutos criada pelo especialista.
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