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Analisou-se em função da capacidade antioxidante pelo método ORAC e de variáveis microbiológicas amostras de dez produtores de amêndoas de cacau da mesorregião de várzea (Baixo Tocantins) do Estado do Pará. Na avaliação da capacidade antioxidante pelo método ORAC as amêndoas de cacau apresentaram valores elevados, estando na faixa de 330,6±5,39 a 1214,2±3,95 μmolET/gNS. As amostras apresentaram ausência de Salmonella spp, Contagem Total de Bactérias Aeróbias Mesófilas entre 4,90±0,01 e 1,00±0,01 log UFC/g e bolores e leveduras entre 6,93±0,02 e 4,47±0,01 log UFC/g. De maneira geral, a avaliação da capacidade antioxidante de amêndoas de cacau oriundas da mesorregião de várzea (Baixo Tocantins) do Estado do Pará apresentou valores acima da média, tornando-as favoráveis para uso e consumo de produtos com alto teor de cacau, motivados pelas suas características funcionais seguidas de benefícios à saúde.
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