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Abstract

A mandioca pode ser consumida por meio da cocção em água ou através do processamento como farinha, polvilhos (doce e azedo), sagu, tapioca, flocos e beijú. A qualidade das raízes está diretamente relacionada aos fatores genéticos e de condução da cultura. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar as características físicas e químicas de onze variedades de mandioca. As raízes foram cultivadas e doadas pelo Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras. A composição centesimal foi realizada conforme AOAC (2016). Para as demais análises, 100 gramas das raízes foram triturados em liquidificador e filtrados em tecido de organza. O amido úmido e o resíduo foram levados para estufa a 45°C até peso constante. O resíduo seco resultou na farinha de mandioca. A cor da farinha foi determinada pelo colorímetro de bancada digital Minolta. Os valores médios de extrato etéreo e fibra bruta não apresentaram diferenças significativas entre as variedades de mandioca, com resultados de 0,42 e 2,93% respectivamente. Porém, os valores médios de umidade, proteína, cinza, o rendimento da extração de amido e a cor da farinha diferiram significativamente ao nível de 5% de probabilidade pelo teste Tukey entre as cultivares. A variedade Sthephan resultou em maiores médias na determinação de umidade e proteína com valores de 53,97% e 5,90% respectivamente. Portanto, conclui-se que as características físicas e químicas da mandioca, do amido e da farinha podem diferir conforme a variedade.

Institutions
  • 1 Departamento de Ciência dos Alimentos / Universidade Federal de Lavras
  • 2 (Departamento de Agricultura) / DAG / Universidade Federal de Lavras
Track
  • 2. Chemical and physicochemical characterization of food (FQ)
Keywords
Composição centesimal
Farinha
colorimetria