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Avaliação do potencial antioxidante de chás

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Introdução: Os chás são bebidas populares com fontes significativas de compostos antioxidantes como flavonoides e polifenóis, sendo considerados importantes devido às suas propriedades, que atuam inibindo e/ou diminuindo os efeitos provocados pelos radicais livres e compostos oxidantes. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a ação antioxidante de uma variedade de chás. Os chás analisados foram das plantas: Mirtilo (Vaccinium myrtillum), Chá Branco (Camellia sinensis), Verde (Camellia sinensis), Preto (Camellia sinensis) e Vermelho (Camellia sinensis), Melissa (Melissa officinalis), Canela (Cinnamomum zeylanicum), Barbatimão (Stryphnodendron barbatiman), Amora Branca (Morus alba L.), Rosa Branca (Rosa alba L.) e Hibisco (Hibiscus rosa-sinensis). Métodos: A determinação da atividade antioxidante foi realizada pelos métodos de DPPH que consiste na captura do radical DPPH (2,2-difenil-1- picril-hidrazil), e pelo método do radicial ABTS, que consiste na habilidade dos antioxidantes em capturarem o cátion ABTS. Ambos os métodos foram realizados em extrações metanólicas, etanólicas e aquosas feitas a partir dos chás. Resultados: Os chás tiveram ótimas porcentagens antioxidantes, chegando a mais de 50% de atividade antioxidante em todas as extrações, exceto o chá de Melissa e Amora Branca na extração etanólica, onde os valores foram menores que 20%. Os chás de Barbatimão, Rosa Branca e Chá branco se destacaram apresentando valores altos entre 84 e 94% nas três extrações. Conclusões: O objetivo do trabalho foi alcançado, pois foi possível comprovar que os chás oferecem alto poder antioxidante quando consumidos no dia-a-dia, podendo assim ser incorporados em alimentos, como dita a próxima etapa do presente trabalho, onde os chás com maior destaque antioxidante serão adicionados a receitas populares e assim alcançar maior parte da população.