A decolonialidade da educação em uma sociedade conservadora: perspectivas e reflexões

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Comunicação
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Resumo

A promulgação da Lei 3.046/22, na cidade de Sinop, estado de Mato Grosso, que “proíbe a distribuição, exposição e divulgação de material didático contendo manifestação da IDEOLOGIA DE GÊNERO, nos locais públicos, privados de acesso ao público e de entidades de ensino no município de Sinop” (Sinop, 2022), abriu espaço para a reflexão acerca da necessidade de uma educação decolonial em sociedades conservadoras. Assim, o presente estudo pauta-se em apresentar as principais concepções sobre educação decolonial, além de apontar as características que identificam uma sociedade como conservadora. Com base nisso, a pesquisa tem como principais objetivos analisar a promulgação da Lei 3.046/22, bem como o relato de um profissional da educação da cidade, que exemplificam, na prática, o conservadorismo arraigado na cultura da população local, além de refletir sobre a educação decolonial como alternativa para questionar a hegemonia da cultura eurocêntrica e promover o reconhecimento e a valorização das culturas de grupos minoritários. Embora esta proposta seja considerada bastante desafiadora, busca-se demonstrar que a educação decolonial é essencial para combater preconceitos, construir uma sociedade mais justa, equitativa e plural. Dessa forma, faz-se necessário, em diversos âmbitos da sociedade, desconstruir concepções excludentes e promover o diálogo intercultural para alcançar esse objetivo.

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Instituições
  • 1 Universidade Estadual de Londrina
Eixo Temático
  • 7. Educação e Política
Palavras-chave
Educação
Decolonialidade
Sociedade conservadora