Prescrição do Treinamento de força em idosos: Uma prática subestimada em academias da Grande Vitória

Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Detalhes
  • Tipo de apresentação: Trabalho científico
  • Eixo temático: 3. Fisiologia do Exercício e Saúde
  • Palavras chaves: Treinamento de força; Idosos; Prescrição de exercícios físicos;
  • 1 Prefeitura Municipal da Serra
  • 2 Programa de Pós-Graduação em Patologia - Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Campus Botucatu
  • 3 Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” - Campus Botucatu
  • 4 Faculdade Multivix
  • 5 UNIFAC - Faculdades Integradas de Botucatu
  • 6 Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP/Botucatu
  • 7 Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
  • 8 Universidade Paulista

Prescrição do Treinamento de força em idosos: Uma prática subestimada em academias da Grande Vitória

Julio Henrique Nunes do Espírito Santo

Prefeitura Municipal da Serra

Resumo

Introdução: O avanço tecnológico levou ao aumento da expectativa de vida com maiores prevalências de pessoas idosas no mundo. Como combate ao hábito sedentário e suas complicações, observa-se cada vez mais idosos praticando exercício físico, principalmente em academias. Particularmente, o exercício resistido têm sido mais aceito pelos idosos, proporcionando maior segurança, aceitabilidade e ganho de respostas adaptativas mais rápidas. O exercício físico quando devidamente planejado e estruturado, resulta em melhora da saúde mental e física, trazendo maior autonomia nas atividades cotidianas e redução do risco para doenças crônicas não-transmissíveis (DCNTs), em especial para sarcopenia e doenças cardiovasculares. Apesar dos benefícios do exercício físico estarem bem documentados, o aumento de idosos treinando em academias não reflete na redução da incidência de DCNTs em idosos. Portanto, o objetivo do estudo foi identificar a intensidade utilizada no treinamento resistido em idosos. Métodos: foram avaliados 20 idosos (67,8±3,1anos de idade), 10 homens e 10 mulheres de boa saúde mental, fisicamente ativos há pelo menos 3 meses e com frequência mínima de 3 vezes por semana em academia do município da Grande Vitória-ES. Os indivíduos foram abordados imediatamente após realizarem os exercícios nos aparelhos cadeira extensora e supino horizontal. Foram coletadas informações a respeito do número de séries concluídas no seu treino habitual. Após a coleta desses dados, foram instruídos a realizarem o mesmo exercício até a falha concêntrica, sendo anotado novamente o número de séries. Os resultados foram expressos em média ± desvio padrão. Foi utilizado o teste t pareado para comparação dos números de repetições entre as execuções. O nível de significância adotado foi p<0,05. Resultados: O número de repetições até a falha tanto na cadeira extensora (17,4±4,9repetições versus 10,7±1,5 repetições) quanto no supino horizontal (18,0±5,6repetições versus 10,7±1,5 repetições) foram maiores em comparação ao número de séries realizadas habitualmente. Conclusão: O treinamento de força em idosos é prescrito de maneira subestimada nas academias da grande Vitória, levando a poucas respostas adaptativas positivas ou, até mesmo, ausência de respostas, indicando a necessidade de atendimento personalizado e de qualidade para alcançar o resultado esperado em idosos.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!