Desempenho de mulheres idosas com e sem dorsiflexão limitada em testes funcionais e de equilíbrio

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Trabalho científico
  • Eixo temático: 3. Fisiologia do Exercício e Saúde
  • Palavras chaves: Dorsiflexão Limitada; Reabilitação de Tornozelo; Equilíbrio Postural;
  • 1 UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ (UNOPAR)

Desempenho de mulheres idosas com e sem dorsiflexão limitada em testes funcionais e de equilíbrio

Lindicy Vazzi

UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ (UNOPAR)

Resumo

Introdução: O equilíbrio postural sofre alterações fisiológicas por conta da idade, diminuindo a mobilidade articular e a capacidade de se equilibrar na posição ortostática e/ou em um movimento dinâmico. A redução do movimento articular tem impacto negativo no membro inferior e na função da marcha, prejudicando a região do tornozelo, tornando-se necessário, para restaurar o equilíbrio postural do corpo utilizar diferentes estratégias sendo uma das mais praticada a reabilitação de tornozelo. É necessário, avaliar o movimento articular do tornozelo e identificar seu impacto no equilíbrio postural, principalmente com medidas diretas e quantitativas. Avaliar o equilíbrio postural em idosos e as variáveis que podem influenciar essa habilidade é essencial para diagnósticos clínicos mais detalhados na área de gerontologia e reabilitação. O objetivo do presente estudo foi comparar o desempenho de mulheres idosas com e sem dorsiflexão limitada em testes funcionais e de equilíbrio. Método: Um total de 54 mulheres idosas foram divididas em dois grupos: 1) grupo com dorsiflexão limitada (n = 27, 68 ± 5 anos; dorsiflexão: 27 ± 3 graus) e 2) grupo sem dorsiflexão limitada (n = 27, 68 ± 6 anos; dorsiflexão: 36 ± 4 graus). Todas realizaram o teste de dorsiflexão para avaliar a mobilidade de tornozelo, o teste de alcance funcional e os testes de equilíbrio (bipodal e unipodal) com os olhos abertos sobre uma plataforma de força. Resultados: Os resultados mostraram diferenças significativas entre os grupos: dorsiflexão (27 ± 3 vs. 36 ± 4 graus, P <0,001), teste de alcance funcional (26 ± 7 vs. 32 ± 5 cm, P = 0,004), e na área do centro de pressão durante os testes de equilíbrio (1,67 ± 0,72 vs. 1,26 ± 0,52 cm2 durante o teste bipodal e 12 ± 3 vs. 10 ± 2 cm2 durante o teste unipodal, P <0,03). Conclusão: Mulheres idosas com dorsiflexão limitada apresentaram pior desempenho nos testes funcionais e de equilíbrio. Esses achados indicam que avaliar a dorsiflexão é importante em mulheres idosas com problemas de equilíbrio.

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