Correlação de medidas de testes funcionais de idosas realizadas em ambiente virtual e presencial

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Trabalho científico
  • Eixo temático: 3. Fisiologia do Exercício e Saúde
  • Palavras chaves: testes funcionais; idosas; virtual e presencial;
  • 1 Universidade Federal do Espírito Santo
  • 2 Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, ES, Brasil
  • 3 Estacio de Sá
  • 4 Universidade Federal do Espírito Santo, Brazil
  • 5 Universidade de São Paulo

Correlação de medidas de testes funcionais de idosas realizadas em ambiente virtual e presencial

Leisiane Gomes Dias

Universidade Federal do Espírito Santo

Resumo

Introdução: Em função da pandemia do COVID-19 inúmeras estratégias tem sido implementadas visando a manutenção ou incentivo a prática de exercício (EF) em diferentes populações. Assim o EF realizada utilizando ambientes virtuais vem aumentando consideravelmente, desta forma o além do monitoramento de um programa de exercício a realização de avaliações funcionais se tornou fundamental para a análise dos desfechos destes programas, contudo, não existe relatos sobre a análise da confiabilidade de modelos de avaliação em ambientes virtuais ou presencias. Desta forma objetivo deste estudo foi correlacionar as medidas de testes funcionais de idosas realizados em ambiente virtual (AV) e presencial (AP) de idosas. Métodos: idosas (n: 48; >60 anos) fisicamente independentes foram submetidas a avaliação funcional proposta pela bateria de testes do protocolo de avaliação da autonomia funcional do grupo de Desenvolvimento Latino Americano para a Maturidade (GDLAM) em duas situações sendo AV e AP distribuídas aleatoriamente com intervalos de 48 horas. Ambas as avaliações acorreram de forma similar, sendo realizado por um único a avaliador. Para a realização da avaliação em AV, foi utilizado um microcomputador, com os testes realizados no mesmo período do dia e com as mesmas s condições ambientais. Os seguintes testes foram utilizados, caminhar 10 metros (C10m), levantar da cadeira da posição sentada (LPS), levantar da posição decúbito ventral (LPDV), levantar da cadeira e locomover-se pela casa (LCLC) e o índice de GDLAM (IGDAM). As diferenças entre as medidas foram analisadas pelo teste t de student e a correlação de Person e Bland–Altman para concordância entre as medidas com nível de significância de p<0.05. Resultados: Não foram encontradas diferenças (p<0,05) entre os testes funcionais nas condições V e P. Correlações positivas foram encontradas entre condições P e V para os testes C10m (r: 0,94;95%CI:0,89-0,96;p<0,001), LPS (r:0,92;95%CI:0,86-95;p<0,001) LPDV (r:0,97;95%CI:0,96-0,98;p<0,001), LCLC (r:0,98;95%IC:0,97-0,99;p<0,001), IGDLAM (r:0,98; 95%IC:0,97-0,99;p<0,001). Considerando o Bland Altman valores correspondente ao C10m (0,14±0,77), LPS (0,12±105) LPDV (0,13±0,65), LCLC (-0,07±1,57), IGDLAM (0,27±0,99) indicaram alta concordância. Conclusão: os testes utilizados na bateria de testes GDLAM não diferem entre as condições V e P, além de apresentarem significante correlação e concordância entre as condições.

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