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Devido à recente epidemia mundial causada pelo novo coronavirus, SARS-CoV-2, diversos estudos surgiram com o intuito de combater o vírus causador da COVID-19. Uma das estratégias planejadas consiste na inibição da proteína principal (Mpro) do vírus por substâncias que possam realizar interações com o resíduo de cisteína e, assim, diminuir a sua taxa de replicação. Neste contexto, a ferramenta de docking molecular surge como uma alternativa para prever quais interações entre a Mpro e ligantes terão maior afinidade, a partir de um score de interação. Um estudo publicado em 2020 indicou que aceptores de Michael seriam capazes de realizar uma ligação covalente com o resíduo de aminoácido (Cys145) presente na proteína principal do vírus. No presente trabalho, foi realizado um estudo de docking molecular entre a Mpro do SARS-CoV-2 e 15 novos dipeptídeos derivados da isoleucina, com o objetivo de analisar a força da interação entre o par proteína-ligante frente a um inibidor já conhecido na literatura (N3).
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