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As arboviroses, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela, têm crescido no Brasil, com destaque para a dengue, que ultrapassou 6 milhões de casos registrados em 2024. O combate ao vetor dessas doenças, o mosquito Aedes aegypti, é essencial, mas métodos convencionais enfrentam limitações. Este trabalho utiliza autômatos celulares bidimensionais para comparar duas técnicas de controle biológico: liberação de mosquitos infectados com Wolbachia (autossustentável) e liberação de mosquitos estéreis. A eficácia é avaliada pela redução da população selvagem após o controle. Diferentes abordagens de liberação e cenários de distribuição de criadouros (regular, aleatória e otimizada) são analisados para entender como afetam a dispersão e colonização dos mosquitos.
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