ANCESTRALIDADE, MEMÓRIA E CORPO DO PALHAÇO

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Este artigo aborda de modo sucinto a ancestralidade dos artistas circenses brasileiros, evidenciada através da memória corporal do palhaço. Vivenciando o universo do circo desde a mais tenra idade, as técnicas do palhaço são apreendidas de modo direto, cognitivo e sensorial, tornando-se um aprendizado empírico por excelência. Partindo do levantamento bibliográfico e pesquisas já consolidadas a proposta é observar a importância da formação dos palhaços nos circos, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. Esta formação, que acontece de maneira natural e espontânea, faz com que estes palhaços tenham uma grande capacidade de improvisar, aplicando o seu próprio repertório do modo mais conveniente e de acordo com cada situação. O artigo é o resultado parcial da pesquisa em andamento no curso de doutorado no Instituto de Artes da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho - UNESP, sob a orientação do professor doutor Mario Fernando Bolognesi.