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Objetivo: Avaliar a associação entre resistência à insulina (RI) e adiposidade abdominal em adolescentes com obesidade. Metodologia: Estudo de base escolar realizado em Fortaleza-Ce, com adolescentes entre 10 e 16 anos com diagnóstico de obesidade. Foram coletados a circunferência da cintura (CC), peso, altura, glicemia e insulina em jejum. O HOMA-IR foi obtido pela fórmula: glicemia (mmol) x insulina (µUi/mL)/22,5 e classificado em RI quando >1,65 para meninas e >1,95 para meninos. A adiposidade abdominal foi classificada por meio do percentil (p) por idade e sexo da CC, onde valores acima do p94° para meninos e p84° para meninas foram considerados como maior risco cardiometabolico (RCM). A associação entre as variáveis foi testada pelo teste Qui-quadrado de Pearson. Os dados foram apresentados em médias e desvio padrão (DP) ou frequências e percentuais. A significância de 5% (p˂0,05) foi considerada. Resultados: Foram avaliados 101 adolescentes com idade média de 12,43 (1,33) anos e maioria do sexo feminino (52,5%). A prevalência de RI entre os adolescentes foi de 77,23%. A maioria dos adolescentes (52,47%) apresentou RCM aumentado, sendo a maior frequência encontrada nas meninas (73,6%) (p
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