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Resumo

OBJETIVO: Avaliar as condições de saúde e os efeitos nocivos em trabalhadores “Guardas de Endemias/Agentes de Combate as Endemias (ACEs)” expostos aos agrotóxicos no ambiente de trabalho. MÉTODOS: Amostras de sangue de 110 ACEs e 67 trabalhadores do grupo de comparação foram incubadas por 72 horas (RPMI 1640, 20% SFB, 10ug/mL PHA) e a citocinese bloqueada com citocalasina B (6ug/mL). As amostras foram processadas com tratamento hipotônico (KCl 0,075M), fixadas (NaCl 0,9%, metanol e ácido acético, 6:5:1) e coradas por 10 minutos em DAPI (1ug/mL). A presença de micronúcleos, brotos nucleares e pontes nucleoplasmáticas foram quantificadas usando sistema de imagem (Metafer 4), avaliando ao menos 2.000 células por indivíduo. RESULTADOS: O questionário respondido pelos ACEs mostrou que 66% informaram ter recebido treinamento para manuseio com agrotóxicos, porém apenas 40% afirmaram que o treinamento foi suficiente; 64% relataram o contato atual com os agrotóxicos, 82% alegam contato diretamente com a pele e 98% lavam as roupas com resíduos de agrotóxicos em casa. As principais queixas relatadas foram insônia, irritação/nervosismo, dor de cabeça e tremores nas mãos. Resultados parciais revelam frequência aumentada de micronúcleos (p

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Eixo Temático
  • Saúde do trabalhador e da trabalhadora