CÂNCER DE MAMA VERSUS ESTADIAMENTO PARA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO, ESTADO RJ, 2013 A 2023.

Vol. 3 2024 - 201402
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Resumo

Objetivos: : Monitorar o estadiamento do câncer de mama para descrever o tipo de localização (classificação do estágio em que se encontra), disseminação, e se está afetando as funções de outros órgãos do corpo, de modo a ajudar na definição do tipo de tratamento e o prognóstico da paciente. Métodos: Estudo de natureza descritiva, usando os dados secundários do PAINEL-Oncologia (atualizados em 15/05/2024), oriundos do Sistema de Informação Ambulatorial do SUS (SIA/SUS). Foram selecionados os casos diagnosticados de neoplasia maligna da mama (C;50), em mulheres na faixa etária precoce de 30-69 anos, residentes no Estado do Rio de Janeiro, anos de diagnóstico 2013-2023 e os estágios de disseminação do tumor pelo corpo: “0”, “I”, II”, “III” e “IV”. Resultados: Em 11 anos foram estadiados 23.525 (média 2.139/ano) tumores: “0” (547: 2,33%), “I” (2618: 11,13%), “II” (5.060:21,51%), “III” (12.566: 53,42%) e “IV” (2.734: 11,62%). Dentre eles câncer in situ(“0”) e “I” registraram , cada um, a menor proporção e 65,04% dos casos são ainda diagnosticados em fase (II e III). Os estágios III e IV registraram o dobro de casos (15.300), se comparados com I e II. Conclusões: Disseminação do câncer, ao longo desses anos, mostrou maiores percentuais de estadiamento em graus mais altos, onde o tumor local é extenso ou tem invasão linfática regional extensa (III) e metástase (IV), piorando o prognóstico, o que interfere diretamente nas taxas de sobrevida, que são diferentes, quando a doença está restrita ao órgão de origem ou quando ela se estende a outros órgãos.

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Eixo Temático
  • Epidemiologia das doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT)