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Administrar as regiões metropolitanas (RMs) requer a criação de uma dinâmica que viabilize a articulação entre os entes federados. A cooperação e coordenação são essenciais para que se alcance a formulação e implementação de políticas públicas nas RMs. Nesse contexto, foi promulgado o Estatuto da Metrópole (EM) que determinou a promoção de ações integradas entre as unidades subnacionais para realização do planejamento e gestão. O artigo objetiva compreender os avanços e obstáculos à cooperação e coordenação na gestão metropolitana a partir do EM, tendo como casos de análise as RMs da Grande Vitória e Natal. Foi efetuada pesquisa bibliográfica, documental e entrevistas com atores locais. Verificou-se avanços quanto ao regramento para se alcançar coordenação e cooperação a partir do EM. Entretando, ainda existem obstáculos quanto à capacidade dos municípios metropolitanos de participarem do financiamento de políticas públicas de interesse comum.
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