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Apresentação/Introdução O resumo aqui proposto trata de um recorte acerca da metodologia utilizada no estudo de doutoramento em educação sobre educação permanente em saúde voltada para a saúde da população negra em Pernambuco ainda em curso, que considera o lugar e a contribuição dessa população no processo civilizatório e de humanização das sociedades antigas e contemporâneas. Para construirmos o itinerário da pesquisa, com o método de produção de dados na perspectiva da História Oral, foi necessário retomamos a nossa trajetória enquanto historiador, um historiador –sanitarista, um sanistarista-antropólogo da saúde, onde o tema da história oral, sempre foi presente e exercitado. Ao discorrermos sobre a produção do conhecimento no campo da saúde da população negra no Sistema Único de Saúde no Brasil (SUS), em particular, no que tange aos processos de educação permanente em saúde no SUS. Objetivos Compreender como a educação permanente em saúde da população negra é caracterizada em Pernambuco, considerando os discursos de representantes do Comitê de Saúde da População Negra da Secretaria de Saúde de Pernambuco, da Secretaria de Saúde de Pernambuco, do Colegiado de Secretários Municipais de Saúde e das Secretarias Municipais de Saúde dos Municípios de maior densidade demográfica de Pernambuco. Isso posto, compreendia-se na trajetória da pesquisa que uma possibilidade de teoria-método de produção de dados, era a opção pela História Oral (HO), dado a característica do estudo e dos sujeitos de ; Metodologia A história oral se coloca-se como uma metodologia que abre-se para a experiência de produção de subjetividades, apartando-se inclusive, em registros de experiências e também permite entrosamento entre o pesquisador e o sujeito de pesquisa, constituindo-se assim, como uma forma de pesquisa de forma dialógica, e contribuições a partir do diálogo entre pesquisador e sujeitos de pesquisa (CARVALHO E RIBEIRO, 2013, p.15). É, pois, uma maneira de estudar acontecimentos históricos, organizações, movimentos sociais, grupos de pessoas (ALBERTI, 1989). Os caminhos, os meios para a produção dos dados, no s remete a um histórico doe da população negra que vem de muito longe, e é de muitos séculos, por isso, foi importante retomar o meu lugar de homem negro, e ao valorizar a minha ancestralidade, reconhecer que a população africana e suas diásporas, mesmo tendo desenvolvido avançadas tecnologias e importantes conhecimentos, nunca abandou o alugar da fala, da escuta e da oralidade. Montenegro (2001) nos ensina que a história enquanto campo de estudos, verificação e construção de consciência e conhecimento sobre o tempo e o fato passado, pode colaborar no ato recuperar e resgatar marcas e sentido de muitas e diferentes fontes para a investigação acerca da história e das construções humanas. A ´pesquisa incluiu pessoas de diferentes identidades e orientação sexual e raça-cor, representantes do Comitê Saúde da População Negra da Secretaria de Saúde de Pernambuco, representantes do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde, que é composto por secretários e secretárias municipais de saúde de Pernambuco e as Secretarias Municipais de Saúde dos Municípios de maior densidade demográfica de Pernambuco onde se localizam os principais sujeitos para esta pesquisa. Resultados e discussão A partir de nossas análises foram realizadas, onde buscamos entender a presença constante nos discursos apresentados, o que indica um anúncio de palavras chaves que nos possibilita compreender que a educação permanente em saúde voltada para a saúde da população negra é uma preocupação dos sujeitos de pesquisa no constante dos processos formativos sobre o tema juntos aos trabalhadores da saúde. Apresenta-se sempre um ideário onde circulam e transitam de forma articulada noções de saúde, e junta-se a isso, a lógica que saúde e população s e doença é uma experiência humana, mas também é uma ação política e cultural instituída pelo Estado, bem como, t No caso da saúde da população negra é importante compreender que os processos de educação voltada para a saúde população negra é necessária conversações e discussões, onde a produção conhecimento, que se faz em movimento e numa perspectiva pública e coletiva. Conclusões/Considerações finais Considera-se que o ideário hegemônico do pensamento eurocêntrico deve ser desconstruído na área da saúde, e que, possa ser formulado ideias e práticas de educação permanente em saúde que coloque os sabres da população negra no centro da educação permanente quando tratar-se da saúde da população negra. Um dos desafios de qualquer produção acadêmica em voltada para temas da saúde da população negra é apontar como possibilidade de um marco teórico para os processos educativos destinados à sua saúde, que considere o pensamento afrocentrado, sem necessariamente abandonar o diálogo com outras correntes de pensamento. Apresentação/Introdução A pandemia de COVID-19 resultou em mais de 6 milhões de mortes em todo o mundo, afetando desproporcionalmente populações desfavorecidas, como minorias raciais, comunidades de baixa renda e idosos. Os idosos enfrentaram não apenas um alto número de mortes, mas também isolamento social, luto, abandono e preconceito. O preconceito e a discriminação por idade, conhecidos como idadismo, são problemas anteriores à pandemia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou a "Década do Envelhecimento Saudável" para combater o idadismo e promover uma visão positiva do envelhecimento. No entanto, os meios de comunicação, incluindo as mídias sociais, têm perpetuado estereótipos negativos sobre os idosos, espalhando fake news, memes depreciativos e opiniões ofensivas. O conteúdo dos meios de comunicação influencia as interações sociais e afeta a forma como o envelhecimento é percebido. Durante a pandemia, os meios de comunicação virtuais se tornaram a principal fonte de contato humano e informações para a população. Estudos mostram que o idadismo tem sido presente na vida dos idosos durante a pandemia, principalmente devido à ênfase na fragilidade e dependência. Este artigo investiga a relação entre o idadismo e os meios de comunicação no contexto da pandemia de COVID-19. Objetivos Este trabalho tem como objetivo averiguar na literatura mundial evidências sobre idadismo (conceito, mídia e método de análise) nos meios de comunicação durante a pandemia COVID-19.
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