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A Banana BRS Princesa (Musa spp.) tem grande importância comercial pelo sabor adocicado e aroma característico. Por ser climatérica, mantém atividade metabólica pós-colheita, com aumento da respiração e produção de etileno, acelerando o amadurecimento e alterando sabor, aroma e coloração da casca. Objetivou-se foi avaliar a qualidade pós-colheita de bananas BRS Princesa submetidas a diferentes temperaturas de armazenamento. Os frutos foram colhidos na Fazenda experimental do Gorutuba da EPAMIG, na Colonização 2 (Nova Porteirinha-MG), e encaminhados ao laboratório de pós-colheita da mesma, onde foram lavados, separados em buquês de quatro frutos e submetidos à climatização com aplicação de 48 ml m⁻³ de etileno por 12h. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado (DIC), composto por três tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos consistiram em três temperaturas de armazenamento: 12 °C, 13 °C e 25 °C. O experimento foi avaliado durante 18 dias e os dados foram submetidos à ANOVA e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (5%). As variáveis diâmetro (41,62mm), comprimento (131,98mm), firmeza (2,19N), sólidos solúveis SS (24,78ºBrix), pH (4,73) e acidez titulável (0,48 % de ácido málico) não apresentaram diferença significativa entre os tratamentos. Entretanto, a temperatura de 13 °C proporcionou maior resistência ao despencamento dos frutos (5,80N), enquanto 25 °C apresentou os menores valores (1,35N). Assim, o armazenamento a 13 °C mostrase mais adequado a preservar a qualidade póscolheita das bananas BRS Princesa, pois mantém a resistência ao despencamento sem comprometer os demais atributos físicoquímicos de qualidade.
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