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Taíse Lara de Souza Jorge respondeu o tópico "Curiosidade sobre a proposta desenvolvida"

Publicação: VAMOS INCLUIR? INCLUSÃO NO ENSINO DA MATEMÁTICA COM APOIO DE MATERIAS CONCRETOS

Olá, Taíse e Denise!   Parabéns pela proposta de trabalho. Mto importante ter trabalhos voltados, também, para o Ensino Médio. Taíse, a partir do material manipulável que vcs realizaram, como o(a)s estudantes com deficiência (ou estudantes da inclusão) realizaram as atividades do livro e/ou material didático que envolviam a teoria de conjuntos? Como vcs propunham a aula para ele(a)s?  Será que tb não seria a oportunidade do(a)s estudantes videntes conhecerem o Braille? O alto relevo é um caminho, mas haver as trocas, consideramos ser tb mto interessante para todo(a)s.   * Só uma observação: a ONU recomenda o uso da expressão "pessoa com deficiência". Ela é adotada pela Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), principal referência internacional sobre esse assunto. Pode soar estranho para nós, mas a nomenclatura foi fruto da luta de uma sociedade.  Gratidão 
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Sheila de Quadros Uzêda e outra pessoa responderam o tópico "bom dia! "

Publicação: A inclusão escolar de crianças com TEA na educação infantil: aspectos conceituais e pedagógicos.

Adorei sua explanação, Outro ponto necessário a ser problematizado para a inclusão no meio educacional é revermos o nosso modo de pensar educação. Assim Respeitar a individualidade de todas as pessoas significa dar oportunidades para todos aprenderem os mesmos conteúdos, fazendo as adequações necessárias do currículo” (HEREDERO, 2010, p. 198). Ainda, é importante levar em conta que todos podem aprender, mesmo sob adaptações. Que as possibilidades de aprendizagem dos alunos devem ser ressaltadas e não as incapacidades. Esse é um problema de princípios, mais do que educacional, que por vezes, se mostra focado apenas na uniformidade e não na diversidade.
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Karina Moniz Tavares respondeu o tópico "IMPORTÂNCIA DO COENSINO"

Publicação: ANÁLISE EXPLORATÓRIA: PERSPECTIVA DOS ESTUDOS DE CASO COM ÊNFASE NO TRABALHO COLABORATIVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Nobres Autoras/es   Considero o maior entrave para se consolidar Educação Inclusiva, de fato e de direito, essa conclusão de vossos estudos: os professores do AEE e da sala comum precisam de apoio continuado quanto às políticas e abordagens do coensino voltado a educação inclusiva.   Mas, acredito nessa perspectiva e, independente desse entrave, busco exercitar tal prática, ainda que de forma tímida. Parabéns!! Excelente diálogo inclusivo! Gratidão!! Ass.: Thereza Angélica Matos / AEE da SRM Escola Estadual Centro Integrado Oscar Marinho Falcão-CIOMF / Itabuna-BA  
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Viviane Teles Vidal Dalanesi e outra pessoa responderam o tópico "bom dia!"

Publicação: A ALFABETIZAÇÃO DO EDUCANDO COM TEA MEDIADA PELAS TECNOLOGIAS DIGITAIS

Muito bem apresentado o tema, assim vejo que é preciso que o currículo contemple as necessidades pedagógicas reais do discente com TEA. A Organização curricular, com foco no aluno, sob o prisma de uma didática personalizada e facilitadora, como a usada no método TEACCH, pode determinar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos.Souza e Gomes (2019) emerge a necessidade de ações revestidas de intenções pedagógicas. O desafio não é alterar ou adaptar o currículo para alguns alunos, mas fazê-lo de forma eficaz que abrange todos. Compreender a importância da organização curricular como parte integradora de uma aprendizagem significativa que contemple o desenvolvimento do alunado, é em primeira instância considerar a importância desse documento, também chamado de conhecimento escolar.
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Lielson Nascimento da Conceição Júnior respondeu o tópico "bom dia! "

Publicação: A SOCIALIZAÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM MOMENTO POSTERIOR ÀS POLÍTICAS DE INCLUSÃO DESENCADEADAS A PARTIR DE 1990

Muito bom o trabalho.  Assim, no momento em que nos aludimos as politicas públicas educacionais na perspectiva da educação inclusiva, é importante levar em consideração o papel do Estado, mesmo sem o intuito de alargar sobre sua natureza, somente frisar a importância do seu entendimento. O Estado tem o caráter avaliador, disciplinador e preponderante, que mostra uma concepção igualitária, todavia muitas vezes antagônico e discordante as ações tomadas no tocante as determinações e obrigações na perspectiva da educação inclusiva. Conforme Garcia (2004, apud Pavezi e Mainardes, p. 159, 2018) “ os discursos sobre inclusão não estão presentes apenas nas políticas educacionais recentes, mas também em documentos da área econômica e vêm sendo apropriados pelo campo educacional”. Mesmo tendo consciência dessa influência, manipulação, monitoramento internacional e consentido pelo Estado, permaneçamos almejando políticas que possam ser transformadoras na perspectiva da educação inclusiva, onde a escola possa ser e possa proporcionar o respeito, reconhecimento e a valorização da diversidade e potencialidade de cada um.