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O TRADUTOR-INTÉRPRETE DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS: CONSTITUIÇÃO DO ÊTHOS E ÉTHOS EM SUA ATUAÇÃO

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Os intérpretes de Língua Brasileira de Sinais são profissionais que se tornaram fundamentais e sua atuação torna-se imperativa, ganhando força de tal forma que tem garantido o status profissional. Nesse contexto, destaca-se como pergunta central deste trabalho: Quando o sujeito se subjetiva Tradutor-intérprete de Língua de Sinais como intelectual específico e constitui no cuidado de si, a ética em suas práticas? Para responder, este trabalho, recorte de uma pesquisa finalizada, faz uma reflexão necessária, conduzindo o olhar quanto à atuação do intérprete no atual momento, sendo usadas como base as noções de intelectual específico e êthos, ferramentas teórico-metodológicas de inspiração foucaultiana. Quando o TILS se posiciona como sujeito das relações sociais preestabelecidas e procura ressignificar suas relações por meio de uma atitude de modernidade, que consiste na compreensão de quem é, da criação de novas modalidades de ser e de viver de outro modo, pode assim transformar o padrão imposto. Ampliando tal reflexão, este trabalho traz a diferenciação entre éthos e êthos. Tendo em vista que a prática do cuidado de si é essencial no trabalho desse profissional, discute-se como ele contribui como intelectual específico, a fim de produzir as condições de possibilidades de práticas no trabalho de tradução-interpretação.