CONSTRUINDO PAREDES INCLUSIVAS NA ESCOLA REGULAR SOB O OLHAR DO GESTOR DEMOCRÁTICO
Este artigo aborda a trajetória educacional das pessoas com deficiência (em especial as crianças com Transtorno do Espectro Autista - TEA) que experimentaram a exclusão com a educação elitista, a institucionalização, a integração como uma possibilidade e a inclusão que está em processo de formação. Todo este caminhar foi importante para conseguirmos compreender e efetivar uma educação inclusiva de qualidade com a ajuda do gestor escolar. A Educação Especial como modalidade de ensino entra como um direcionador para a educação inclusiva e o processo educacional é longo e com resultados a longo prazo. Até aqui muito se ouviu e viu falar sobre inclusão para estabelecer seus conceitos, mas da teoria para a prática existe um grande abismo. Vygotsky (1998), já afirmava que o melhor lugar para uma criança com deficiência estar já seria a escola regular devido à heterogeneidade e a riqueza das trocas sociais e a interação entre seus pares coetâneos, abordada na sua própria teoria. O gestor educacional pode contribuir e muito para construir um modelo sugerido como ideal do que se espera para uma educação inclusiva. Para elaboração deste trabalho, utilizamos a metodologia de pesquisa de MINAYO, 2007; LAKATO Setal, 1986, para a verificação bibliográfica, nos beneficiando dos autores para total conhecimento sobre o assunto estudado.