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AHSD NA EDUCAÇÃO INFANTIL: PRECONCEITOS QUE ABAFAM TALENTOS E O PAPEL DO PROFESSOR NESSE PROCESSO

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A Educação Especial, vem sendo contemplada com políticas públicas que proporcionam melhor atendimento ao seu público alvo, nas suas diferentes especificidades, tendo como um dos princípios norteadores, a identificação e atendimento precoces. Porém, no caso das Altas Habilidades/Superdotação, há uma grande defasagem entre os índices de incidência mais conservadores admitidos na comunidade internacional, e o que temos identificado nas nossas escolas. Esse relato tem como objetivo promover a reflexão sobre as distorções pedagógicas e conceituais que levam a invisibilidade da precocidade e genialidade de crianças em idade pré-escolar, bem como sobre o papel do professor na identificação das mesmas. Nesse sentido, a pesquisa utiliza uma situação observada em uma escola pública de Educação Infantil, protagonizada por uma criança com desenvolvimento acima da média na área da linguagem, e faz uma relação com conceitos teóricos relativos a Educação Infantil,Infância e Altas Habilidade/Superdotação, concluindo que a formação inadequada e a informação pouco precisa sobre o tema, tem dificultado a identificação de crianças talentosas.