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A atuação do Intérprete de Libras na inclusão do aluno Surdo

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O Surdo, desde a antiguidade foi estigmatizado e rejeitado pela sociedade. No decorrer do tempo e da história, esta situação tem mudado e com ela, os Surdos têm conseguido reivindicar seus direitos por meio das lutas de seus grupos sociais e de suas comunidades, tornando-se agentes de sua transformação na sociedade e em suas vidas, podendo atuar no mundo por
meio de sua língua de sinais e tendo garantido a aquisição dos saberes no acesso, permanência e com uma educação de sucesso nas escolas regulares.
Foi com suas reivindicações e com a homologação da lei nº 5626/2005 que as escolas regulares deverão ter intérprete de libras para a aquisição dos saberes necessários à sua sobrevivência e cidadania. A atuação do intérprete de Libras teve seu início como atividade voluntária. Essa ação voluntariosa expandiu ainda mais com o avanço da língua brasileira de sinais que passou a ser reconhecida como a língua de comunicação entre surdos e os ouvintes, permitindo sua inclusão social e escolar.
Para que essa comunicação aconteça de fato e possa propiciar o desenvolvimento social, político e cognitivo do surdo são necessários o acesso ao currículo por meio da atuação de um profissional que possa ativar o entendimento do que está sendo ensinado nas escolas e a interpretação adequada do intérprete de língua de sinais, sendo possível assim, a inclusão do Surdo.