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O artigo objetiva relatar a experiência de uma oficina de linguagem oral e escrita realizada com alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental, que apresentam dificuldades ou transtornos de aprendizagem, desenvolvida no Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE), em uma escola pública federal, situada na zona norte do Rio de Janeiro. As oficinas tinham uma periodicidade semanal com grupos reduzidos, dinamizadas por no mínimo dois profissionais, priorizando a variedade de gêneros textuais, de acordo com a faixa etária. Proporcionando momentos de reflexão enquanto forma, diferentes formas de introdução, situação-problema e conclusão. Na fundamentação das ações junto aos estudantes, buscou-se uma outra forma de estimulação da produção oral e escrita, utilizando-se de recursos imagéticos Manguel (2001) e Santaella (2005). A metodologia utilizada foi a de pesquisa-ação, segundo Thiollent (2011), que propõe uma estreita associação entre pesquisadores e os participantes de modo cooperativo e participativo para a resolução de problema. Concluiu-se que os discentes participantes da oficina apresentaram evolução nas produções orais e escritas, demonstrando evolução em elementos de coerência, coesão e maior extensão textual
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