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Nas últimas décadas, o movimento da inclusão esteve ativo na defesa de que as crianças com deficiência tenham acesso à plena participação na escola regular. O número de matrículas dessas crianças tem aumentado consideravelmente nos últimos anos nos Centros de Educação Infantil no município de São Paulo (CEIs), segundo Censo Escolar de 2017, ano base 2016. Um ponto que desperta atenção é que, mediante informações da Diretoria da Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação da prefeitura de São Paulo, dentre as matrículas de crianças com deficiência nos CEIs, o número menor é o de bebês e crianças surdas ou com deficiência auditiva. Esta pesquisa em andamento objetiva, primeiramente, mapear quantas são e onde estão matriculados os bebês e crianças surdas do município de São Paulo e, posteriormente, conhecer o motivo de nem todas essas crianças estarem matriculadas nesses espaços educativos, bem como registrar quais lugares, de fato, elas estão frequentando – se são somente atendimentos clínico-terapêuticos e/ou ambientes educativos, e conhecer particularidades dos trabalhados educativos. Para fins deste trabalho aqui serão apresentados, como resultados parciais, as informações adquiridas num estudo piloto realizado em 2016/ 2017 num CEI da Rede Parceira do município de São Paulo que atendia, e ainda atende, uma criança surda, numa análise de particularidades do trabalho pedagógico.
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