ANÁLISE DA SUBJETIVIDADE SOCIAL EM UMA ESCOLA REGULAR E SUA RELAÇÃO COM A INCLUSÃO ESCOLAR

Vol3,2018 - 92905
Comunicação Oral
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Resumo

Este texto apresenta informações de uma pesquisa-ação, que teve como opção metodológica a Epistemologia Qualitativa em que foram realizadas nove sessões de estudo, envolvendo cinco participantes. Discute os resultados de um dos objetivos específicos da pesquisa: identificar elementos da subjetividade social que interferem na efetivação de práticas educacionais inclusivas. Os instrumentos adotados para a construção da informação foram: entrevista, anotações em diário de campo, técnica de complemento de frases e redação. Teve como referencial a Teoria da Subjetividade de González Rey (2003; 2005; 2011). A partir dos indicadores decorrentes desses instrumentos identificamos alguns elementos da subjetividade social que interferem negativamente no processo educacional inclusivo: concepção de que a escola é inclusiva pelo fato de garantir a matrícula de alunos com necessidades educacionais especiais; compreensão sobre a existência de um perfil ideal de aluno passível à escolarização; sentimento de despreparo profissional como barreira à efetivação da educação inclusiva; percepção da avaliação como elemento preponderante do processo educativo escolarizado; atribuição da responsabilidade pela educação dos alunos com necessidades educacionais especiais aos profissionais que atuam na Sala de Recursos Multifuncionais. Assim, analisamos que a atuação dos educadores, exercendo a sua condição de sujeitos, é um aspecto primordial para as mudanças na subjetividade social da escola.

Instituições
  • 1 Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Eixo Temático
  • 22. Práticas de inclusão escolar na educação básica
Palavras-chave
Subjetividade social. Inclusão escolar. Práticas inclusivas