A literatura como instrumento de autoadvocacia e empoderamento para estudantes com deficiência

Vol3,2018 - 93880
Comunicação Oral
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

Este trabalho pretende analisar como a literatura pode auxiliar no processo de autoadvocacia e empoderamento de estudantes com deficiência no Ensino Fundamental a partir da utilização de livros didáticos que tenham temática inclusiva. O movimento de autoadvocacia surge na década de 80 com a intenção de tornar indivíduos advogados de si mesmos, e não apenas vítimas do meio e da própria condição de vulnerabilidade. Esta filosofia significa, para aqueles com algum tipo de deficiência, uma forma de ser protagonista de sua própria história, de forma que possam emergir de forma autônoma e independente, contribuindo para a sociedade como qualquer outro cidadão. A literatura, assim como a mídia e as relações sociais, é uma peça chave para o empoderamento, podendo influenciar de várias maneiras a identificação do deficiente consigo mesmo e com o mundo que o cerca, fazendo-o repensar sobre seu lugar e sobre quem ele é. Através de uma pesquisa bibliográfica, este artigo visa demonstrar como os aspectos literários do livro Extraordinário, da autoria de R.J. Palácio, podem influenciar de forma positiva as ações e considerações desses/as alunos/as, trazendo-lhes melhorias não só na escola, como também na sua vida em sociedade.

Instituições
  • 1 Universidade Federal da Paraíba
Eixo Temático
  • 18. Leitura e escrita e a aprendizagem de alunos público-alvo da educação especial
Palavras-chave
Deficiência. Autoadvocacia. Empoderamento. Literatura