FILMES COMESTÍVEIS A BASE DE FARINHA DE INHAME

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Detalhes
  • Tipo de apresentação: Oral
  • Eixo temático: Inovação e Desenvolvimento de Novos Produtos
  • Palavras chaves: Conservação; Inhame; Filmes comestíveis;
  • 1 Universidade Estadual de Maringá
  • 2 Departament of Agronomy, State University of Maringa – UEM, Avenida Colombo, 5790, CEP 87020-900 Maringá, Paraná, Brazil

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Resumo

FILMES COMESTÍVEIS A BASE DE FARINHA DE INHAME

CESTARIO, Andresa Caroline de Oliveira1; DADA, Ana Paula2; PINTRO, Paula Toshimi Matumoto3; ROSA, Cassia Inês Lourenzi Franco4
1, 2, 3, 4 Universidade Estadual de Maringá

Introdução: O desenvolvimento de coberturas comestíveis é um segmento crescente na conservação pós-colheita de frutas e hortaliças, sendo um campo a ser explorado em busca de matérias-primas potenciais para a formulação desses revestimentos. O inhame é uma hortaliça tuberosa que contém mucilagem, essa apresenta poder emulsificante e atividade antioxidante, podendo ser um aspecto interessante na formação de filmes comestíveis. Objetivo: Desenvolver filmes comestíveis a base de farinha de inhame. Metodologia: Para testar as concentrações mais adequadas, realizou-se testes com 4%, 5% e 6% de farinha combinadas com 0%, 1%, 2% e 3% de sorbitol (agente plastificante, para melhor flexibilidade dos filmes). Analisou-se os filmes quanto a espessura, cor (luminosidade, saturação e ângulo de tonalidade) e índice de escurecimento, os dados foram submetidos à análise de variância e comparados pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Analisou-se visualmente a capacidade de formação de filmes das formulações. Resultados: A formulação 6% de farinha com 1% de sorbitol resultou no filme mais espesso, com maior índice de escurecimento e menor luminosidade, porém não houve aumento da espessura e do índice de escurecimento ou redução da luminosidade com o aumento da porcentagem de farinha, tendo formulações com 4, 5 e 6% sem diferenças estatísticas entre si. Para a saturação também houve formulações com 4, 5 e 6% de farinha sem diferenças estatísticas e o ângulo de tonalidade indicou uma tonalidade amarela para os filmes. As formulações 4% de farinha com 1%, 2% e 3% de sorbitol, 5% de farinha com 2% de sorbitol, formaram os melhores filmes, sem pegajosidade, flexíveis e uniformes. Conclusão: As diferentes porcentagens de farinha tiveram influência na capacidade de formação de filmes, porém no geral a espessura, a cor e o índice de escurecimento não foram influenciados.
Palavras-chave: Conservação; inhame; filmes comestíveis; pós-colheita.
¹ UEM, Departamento de Agronomia, [email protected]
² UEM, Departamento de Agronomia, [email protected]
3 UEM, Departamento de Agronomia, [email protected]
4 UEM, Departamento de Agronomia, [email protected]

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