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Jussara Vitória Reis e outra pessoa responderam o tópico "Perguntas sobre decisões do processo"

Publicação: Avaliação da Cu-FAU por Espectroscopia na Região do UV-vis in situ no Processo de Oxidação Direta do Metano em Metanol

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Tássia Caroline Passos Pereira e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas em experimental e resultados"

Publicação: Oxidação do metano a metanol em materiais Cu-MAZ: Observações das espécies ativas via UV-Vis em função da temperatura de reação

Olá, Tássia. Parabéns pelo trabalho. Tenho algumas dúvidas: 1) O teor de cobre pode ter influenciado a dispersão das espécies ativas, sendo menor quanto maior o teor? 2) A hidrólise das espécies Cu2+ poderia acontecer também durante a extração offline com água por 15hs? Seria possível realizar um branco somente com esse procedimento de contato com água por 15hs sem a reação para comparar o espectro do catalisador antes e depois? Obrigado pela atenção. Alexandre Gaspar Instituto Nacional de Tecnologia
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Carlos A. Ortiz-Bravo e outra pessoa responderam o tópico "Termodinâmica do processo"

Publicação: Natureza do oxigênio estrutural do catalisador Mn-Na2WO4/SiO2 para o acoplamento oxidativo de metano (OCM)

Olá Carlos, parabéns pelo trabalho! Percebe-se que você foi motivado pela complexidade do tema. No início da sua apresentação você comenta sobre a termodinâmica do processo de OCM. Pelo gráfico, a reação de OCM (linha vermelha), o DeltaG torna-se positivo aparentemente acima de 1000 K (730 °C). Mesmo assim é observado alguma conversão em temperaturas próximas à 820 °C? Qual foi a conversão que você obteve à 650 °C? A cinética seria muito prejudicada a temperaturas mais baixas? (600-800 K) Grande abraço, e mais uma vez te parabenizo pela profundidade e complexidade do seu trabalho.
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Tiago Lima Coelho respondeu o tópico "Influência dos fósforo na acidez"

Publicação: Tratamento de ZSM-5 com Fósforo

Parabéns pela apresentação, cujo tema é de grande interesse para a comunidade catalítica. Surgiram algumas dúvidas sobre o trabalho: 1 - O teor de fósforo diminui com lavagem em água quente, certo? Foi observada alguma lixiviação do fósforo quando se calcina com vapor? Ou nessas condições ocorre apenas a migração pra superfície (mantendo o teor de fósforo global)? 2 - A acidez foi determinada por qual técnica de caracterização? 3 - Ainda sobre acidez, Foi observada a diminuição da acidez com o incremento do fósforo, no entanto não houve desaluminização acentuada. A queda da acidez está atrelada com a diminuição nas propriedades texturais ou há outro efeito? Há alguma correlação direta?     
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Angelica Amaral de Oliveira respondeu o tópico "Dúvida"

Publicação: Avaliação do efeito da modificação da acidez de Brønsted promovida pela dessilicação da zeólita Beta na transformação do 2-metiltiofeno

Olá Angélica, muito bonita a sua apresentação, parabéns!  Minha pergunta é quanto ao procedimento de dessilicação. Vocês chegaram a avaliar a influência do aumento da concentração de NaOH na etapa de dessilicação? Acredito que ao aumentar a concentração a dessilicação poderia ser mais efetiva. Outra estratégia muito interessante poderia ser a utilização de NaOH + surfactante (com diferentes tamanhos de cadeia) como forma controlar essa mesoporosidade gerada. Vocês pensaram nesta possibilidade?  Um abraço Anderson
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Alexandre Gaspar e outra pessoa responderam o tópico "Dúvidas em resultados"

Publicação: Estudo das transformações do 2-metiltiofeno sobre a argila KSF modificada através da pilarização e incorporação de zinco

Boa tarde, Manuela. Parabéns pelo trabalho! Fiquei com algumas dúvidas: 1) A análise textural apresenta redução de área no catalisador contendo Zn atribuído à formação de partículas de ZnO nos microporos. O ZnO apresenta raias principais a 31,8°; 34,4°; 36,3°; 47,5°; 56,6°; 62,9°; 66,4°; 68,0°; 69,1° JCPDS 36-1451). Alguma possibilidade de formação de ZnO cristalino que poderia ser observada por DRX? 2) O principal parâmetro para a redução da acidez de Brönsted foi a adição de zinco ou a lavagem que removeu os grupos sulfônicos?   Alexandre Gaspar Instituto Nacional de Tecnologia 
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Alexandre Gaspar respondeu o tópico "Dúvidas em experimental e resultados"

Publicação: Avaliação da Cu-FAU por Espectroscopia na Região do UV-vis in situ no Processo de Oxidação Direta do Metano em Metanol

Boa tarde, Jussara.   Parabéns pelo trabalho. Se me permite, fiquei com algumas dúvidas: 1) Qual a célula usada para as análises de UV-VIS in situ? A resistência da célula é aparente ou blindada? Teria uma referência onde possa ser encontrado o desenho da célula? 2) Razão Si/Al menores são melhores porque acarretam uma maior troca com cobre? Seria possível adicionar a mesma quantidade de cobre na zeólita com razão Si/Al maior? 3) Chegaram a fazer testes de longa duração para avaliar a estabilidade do catalisador?   Alexandre Gaspar Instituto Nacional de Tecnologia.  
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Vinícius Patrício Caldeira e outra pessoa responderam o tópico "Fisiossorção de N2"

Publicação: Avaliação do efeito da modificação da acidez de Brønsted promovida pela dessilicação da zeólita Beta na transformação do 2-metiltiofeno

Olá interessante trabalho e as técnicas aplicadas são muito boas. A análise de fisiossorção  foi feita a baixas pressões ? se sim poderia comentar sobre a distribuição do tamanho de poros, pois na Tabela 1 essa informação não é apresentada.    Para esse processo foi usado outra estrutura zeolítica? porque usaram a estrutura BEA nessa investigação esse material tem alguma vantagem frente a outras estruturas zeolíticas.   Curiosidade: A razão Si/Al é muito pouco modificada. Esse processo tem um mecanismo preferencial para atacar apenas alguns locais da estrutura BEA? (muito bonito a análise de FTIR, show)   Obrigado pela atenção, Glaucio
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Vitor Anthony Duarte e outra pessoa responderam o tópico "Impregnação e análises"

Publicação: Hidroisomerização de n-hexadecano em leito fixo com platina suportada em Al-SBA-15

Olá Vitor Duarte. Parabéns por seu trabalho, pesquisa interessante. Tenho algumas dúvidas em relação a metodologias e resultados. Se possível, poderia comentá-los.  1. Em relação ao método de incorporação da fase metálica (via incipiente), você considerou que o volume utilizado em cada ciclo seria 80 % do volume total de poros do material. O que me achou atenção nessa metodologia foi aspergir a solução precursora sobre o suporte, geralmente as metodologias usam gotejamento. Quando se asperge não ficaria platina retido no bico do borrifador? Você chegou a fazer alguma análise química para avaliar o teor de platina incorporado?  2. Você chegou a realizar DRX em baixos ângulos para confirmar a obtenção da peneira molecular SBA-15? 3. Para trabalhos futuros, você pensa em substituir a platina por outro metal?  Obrigado pela atenção.  Jonas Albuquerque.