TOXICIDADE AGUDA E CRÔNICA DO DIÓXIDO DE CLORO PARA A TILÁPIA DO NILO (Oreochromis niloticus)

Vol. 1, 2019 - 111252
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Resumo

O mexilhão dourado (Limnoperna fortunei) é um molusco de água doce que tem causado impactos ambientais e danos em usinas hidrelétricas. Fontes de cloro podem ser viáveis ​​no controle de incrustação. O objetivo deste estudo foi avaliar a toxicidade aguda e crônica do dióxido de cloro para Oreochromis niloticus. Para os testes de toxicidade aguda, foram utilizadas as concentrações de 0,01; 0,05; 0,10; 0,50; 1,00 mg L-1 de dióxido de cloro e um controle com seis repetições, com um peixe por aquário, por 48 horas. Nos testes de toxicidade crônica, foram usadas as concentrações de 0,001; 0,003; 0,018; 0,036 mg L-1 e controle com seis repetições e um peixe por aquário, aplicação de dióxido e avaliação visual diária por 7 dias. A toxicidade aguda do dióxido de cloro para tilápia foi de 0,18 mg L-1 com limite superior de 0,26 mg L-1 e limite inferior de 0,13 mg L-1. No teste crônico, após 48 horas de exposição, os peixes apresentaram sinais de intoxicação, como agitação, perda da capacidade de arfagem e hemorragia nas nadadeiras nas concentrações de 0,018 e 0,036 mg L-1. Conclui-se que o dióxido de cloro é muito tóxico e apresenta sinais de intoxicação para O. niloticus.

Instituições
  • 1 Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (UNIFEB)
  • 2 Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
  • 3 Faculdade / Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos (UNIFEB)
Eixo Temático
  • 5. Manejo e Produção Animal
Palavras-chave
Bioindicação
peixes
monitoramento ambiental