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O leite de éguas e jumentas pode ser utilizado na alimentação humana com finalidades terapêuticas ou na fabricação de produtos cosméticos, no entanto, sua composição pode variar em função da alimentação e manejo dos animais, podendo melhorar as qualidades desejáveis do leite por meio da manipulação da alimentação das fêmeas. O perfil de ácidos graxos do leite dessas espécies é pouco estudado no Brasil, por isso, esse trabalho teve como objetivo fazer análises químicas e da composição de ácidos graxos em amostras de leite de duas éguas e uma jumenta, alimentadas a pasto. O leite de éguas e de jumenta criadas na UFES apresentou teores de gordura e de nitrogênio x 6,38 superiores aos citados na literatura. O teor de lactose foi considerado baixo. O perfil de ácidos graxos mostrou presença significativa de ácidos graxos insaturados de cadeia longa.
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